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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

# CURIOSIDADES / REPORTAGENS / INFORMES

Última atualização em: Setembro/2017
Blog: www.vanderleyac.blogspot.com
Facebook: www.facebook.com/vanderley.ac
E-mail: vanderleyac@hotmail.com

PROF. VANDERLEY - MATEMÁTICA
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina. (Cora Coralina)


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Matemática pode ser inovadora!

Quando perguntamos às pessoas se é importante aprender matemática a resposta imediata é sim!

Fundação Lemann
Educação Matemática

Quais são os desafios e como estamos buscando soluções para as escolas públicas de todo Brasil

Matemática pode ser inovadora!

Conheça duas histórias de professores que trabalham a matemática de um jeito novo e inspirador

Greiton Toledo de Azevedo é professor de matemática na escola Municipal Irmã Catarina Jardim Miranda, em Senador Canedo (GO). Descontente com o modo que a matéria era ensinada aos alunos, já que não usava todo o potencial das crianças e adolescentes para pensar matematicamente, ele elaborou o projeto Mattics. A ideia é contribuir no entendimento da estrutura computacional e estimular o desenvolvimento do raciocínio matemático dos estudantes. No projeto, a plataforma Scratch é utilizada para atingir os dois objetivos, permitindo a criação de um game de forma problematizada. Mattics contribui para formação do aluno mostrando que matemática é uma maneira de ver o mundo e construir novas possibilidades, possibilita desenvolvimento do espírito investigativo, o raciocínio lógico, a criatividade e autonomia. Com essa iniciativa, Greiton foi um dos finalistas do Prêmio Educador Nota 10 - organizado pela Fundação Victor Civita e apoiado pela Fundação Lemann. Em 2017, o Mattics ampliarpa suas ações para mais escolas públicas e pretende auxiliar no tratamento de mal de parkinson, pensando em uma formação mais humana e corresponsável.

Rafael Procopio é professor youtuber e faz parte do Youtube Edu, uma parceria entre o Google e a Fundação Lemann. A vontade de ser professor já existia desde a adolescência, mas foi produzindo vídeos com conteúdos matemáticos que Rafael percebeu que poderia tornar o mundo a sua sala de aula). Ultrapassando a fronteira dos espaços físicos da escola, Rafael lançou o canal Matemática Rio. Hoje, já tem mais de de 38.000.00 aulas assistidas e se comunica com mais de 800.000 alunos que descobrem que a matemática pode ser descomplicada e divertida!

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Professor com orgulho!
Professores da rede pública deSP trocam salas de aula pelos hospitais

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Alunos de todo o Brasil participam da Olimpíada Brasileira de Matemática
Edição do dia 29/11/2014

Estudante de SP vence 10ª Olimpíada de Matemática das escolas públicas
O Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) divulgou nesta sexta-feira (28) os premiados com medalhas e menções honrosas na 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, a OBMEP, que teve a participação de mais de 18 milhões de alunos em todo o país.
Ao todo, foram premiados 6.501 alunos com medalhas, sendo 501 de ouro, 1,5 mil de prata e 4,5 de bronze. Além disso, 42.043 foram premiados com menções honrosas.
Edição do dia 28/11/2014

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Os prós e contras do método de Xangai no ensino de Matemática.
Os segredos dos melhores professores de matemática do mundo
G1.Globo.com - 20/07/2016
Método de ensino de Xangai, cidade mais populosa da China, vem se espalhando por escolas europeias.


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#SouProfessor - Leandro Karnal
https://www.youtube.com/watch?v=twjocWF_gTM


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Nova Escola - 21 de Outubro de 2016
Práticas inovadoras em diferentes realidades brasileiras
Dois professores e um diretor: os intelectuais da Educação debatem soluções para a melhoria do aprendizado
http://novaescola.org.br/conteudo/3351/praticas-inovadoras-de-educacao-em-diferentes-realidades-brasileiras?utm_source=tag_novaescola&utm_medium=facebook&utm_campaign=mat%C3%A9ria&utm_content=video


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ONDE ESTÁ A MATEMÁTICA?
Série completa com 5 Reportagens da EPTV – 02 a 06/05/2016
“Homenagem ao Dia Nacional da Matemática – 06 de maio”

ONDE ESTÁ A MATEMÁTICA?
Jornal da EPTV – G1 São Carlos – 02/05/2016

ONDE ESTÁ A MATEMÁTICA?
Jornal da EPTV – G1 São Carlos – 03/05/2016

'Onde Está a Matemática?': 2ª reportagem mostra a matemática no mundo mágico


ONDE ESTÁ A MATEMÁTICA?
Jornal da EPTV – G1 São Carlos – 04/05/2016

'Onde Está a Matemática': Série mostra como ela contribui com a física e outras ciências

ONDE ESTÁ A MATEMÁTICA?
Jornal da EPTV – G1 São Carlos – 05/05/2016

'Onde Está a Matemática': mercado de trabalho está de olho nos matemáticos

ONDE ESTÁ A MATEMÁTICA?
Jornal da EPTV – G1 São Carlos – 06/05/2016

'Onde Está a Matemática': fórmulas matemáticas saíram da observação da natureza


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RECORD RIO PRETO – 19/10/2016
APAIXONADOS POR MATEMÁTICA
Muita gente fica arrepiada só de ouvir em matemática.
Um projeto da UNESP de Rio Preto tenta desfazer esta imagem mostrando o lado apaixonante e desafiador da disciplina. E um grupo de estudantes que já descobriu isso se destacou em uma olimpíada enfrentando milhares de concorrentes.

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A MATEMÁTICA É PARA SEMPRE!
Eduardo Sáenz de Cabezón
Com humor e charme, o matemático Eduardo Sáenz de Cabezón responde a uma pergunta que tem assolado os cérebros de alunos entediados em todo o mundo: Para que serve a matemática? Ele mostra a beleza da matemática como a espinha dorsal da ciência - e mostra que os teoremas, não os diamantes, são para sempre. Em espanhol, com legendas em inglês.

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PROFISSÃO: MATEMÁTICO
O que faz um Matemático?
A resposta é dada por vários profissionais formados em Matemática.

Neste episódio o matemático Rogério Martins pergunta: O que faz um Matemático? A resposta é dada por vários profissionais formados em Matemática. Que carreiras fizeram? Que emprego terão eles hoje? Vamos saber em... Isto é Matemática

Neste episódio o matemático Rogério Martins continua a perguntar: o que faz um matemático? E a resposta é dada por vários profissionais licenciados em matemática, enquanto Rogério visita um mundo de profissões.

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"Matemática nós é," uma campanha para tornar as mulheres visíveis à matemática

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As cientistas negras que possibilitaram à Nasa colocar um homem no espaço

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CEQV / SEE - Publicação de 15/08/2013

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A beleza da matemática
O GLOBO – 14/11/2016 – COLUNA José Eduardo Agualusa
Um desafio global: formar professores capazes de passar a paixão pelos números aos alunos
“O binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo. / O que há é pouca gente para dar por isso.” — Escreveu Álvaro de Campos, através de Fernando Pessoa, num pequeno poema que sei de cor desde a adolescência e que sempre me sobressaltou. Quando tentam explicar a paixão que os move, quase todos os grandes matemáticos acabam insistindo em duas palavras: verdade e beleza. Elegância é outro adjetivo muito comum, e um tanto surpreendente no idioma despojado e preciso dos matemáticos.
“O verdadeiro espírito de alegria e exaltação — no sentido de ser mais do que o Homem — que é a pedra de toque da mais alta excelência encontra-se na matemática, tanto quanto na poesia.” A afirmação é do filósofo britânico Bertrand Russel. Estudos recentes de neurociência vieram confirmar a afirmação de Russel: a resolução de um qualquer problema matemático, através de uma fórmula elegante, ativa as mesmas áreas cerebrais que a leitura de um bom poema ou a audição de um samba de Cartola ou de Paulinho da Viola.
Em “Uma história da simetria na matemática” (Zahar), Ian Stewart vai um pouco mais longe. Segundo ele, “em física, a beleza não garante automaticamente a verdade, mas ajuda. Na matemática, a beleza deve ser verdade — porque as coisas falsas são sempre feias”.
Desta forma, procurando a beleza, deveríamos chegar inevitavelmente à verdade. Ao menos na matemática. Fora da matemática nem sempre é assim, o que, sinceramente, acho uma pena. Imaginem um mundo onde as pessoas fossem tanto mais bonitas quanto mais honestas, simples e sinceras. Tudo seria mais fácil.
Fui um aluno medíocre em matemática, pelo menos até chegar à universidade. Em Agronomia e Engenharia Florestal encontrei, pela primeira vez, bons professores, pelo que melhorei ligeiramente as minhas notas. Recordo que acompanhei algumas aulas de lógica matemática com um sentimento de surpresa e maravilhamento muito semelhante àquele com que li os primeiros livros de Jorge Luis Borges (por um acaso feliz, descobri ambos na mesma altura).
Nos últimos anos voltei a interessar-me por matemática, como resultado de uma paixão mais geral sobre linguagem e comunicação. O grande livro do universo, como lembrou Galileu, lá longe, no século XVII, está aberto diante dos nossos olhos e foi escrito no idioma da matemática. Se um dia a humanidade entrar em contato com alguma civilização extra-terrestre, a linguagem utilizada será, sem dúvida, a matemática. Carl Sagan sugere isso mesmo em “Contato”, livro que serviu de base para o filme com o mesmo nome, dirigido por Robert Zemeckis. No livro (e no filme) a protagonista, Ellie, convence-se que há uma civilização extraterrestre avançada tentando contatar a humanidade, ao capturar uma emissão vinda do espaço com uma sequência de números primos. Mais tarde, essa civilização avançada envia uma série de fórmulas matemáticas, as quais permitem a construção de uma máquina capaz de transportar Ellie até esse mundo remoto.
A suposição de Sagan faz todo o sentido. Imaginemos que um extraterrestre desembarque no Rio de Janeiro. É altamente improvável que queira tomar uma cervejinha conosco para conversar sobre as propostas de Michel Temer e Marcelo Crivella ou o resultado das eleições americanas, ainda que a inesperada vitória de Donald Trump possa preocupar até mesmo os marcianos. É improvável também que se interesse por futebol, por teologia ou por pornografia. Quero acreditar que esse visitante extraterrestre será sensível à música (pelo menos a alguma música, certamente não ao country), na medida em que esta tem forte parentesco com a matemática. A música é quase uma expressão sonora da matemática. Vários compositores vêm usando no seu trabalho conceitos matemáticos complexos, como, por exemplo, a famosa Sequência de Fibonacci, presente em muitas estruturas e fenômenos naturais.
Do que não tenho dúvida é que os principais temas de conversa entre nós e esses primeiros visitantes vindos das estrelas seriam a própria matemática; a seguir viriam, possivelmente, a física, a astronomia e a biologia. Poucas disciplinas, pois, são tão fascinantes e fundamentais quanto a matemática. Como explicar então o desinteresse da larga maioria dos estudantes pela matemática, não apenas no Brasil, mas em quase todo o mundo?
No meu caso, sei por que foi: até chegar à universidade nunca tive um único bom professor de matemática, ou seja, alguém apaixonado por números, e pelas misteriosas relações entre eles e a mecânica do universo, e capaz de transmitir essa paixão aos alunos.

Este deveria ser um desafio global: formar melhores professores de matemática. Colocar a humanidade inteira a ler em conjunto o grande livro do universo.
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Reportagem da SEE – Dia Nacional da Poesia (14 de março)
14/03/12
Talentos da Rede Estadual se expressam no Dia Nacional da Poesia
Iniciativas culturais e de incentivo à leitura nas escolas da rede estadual de São Paulo estimulam talento de alunos e professores, como o poeta e aluno do Ensino Médio, Luiz Brener
. . . Mas não é só do talento de alunos que a poesia se faz viva na Rede Estadual. Um ótimo exemplo é o do professor Vanderley Aparecido, que mantém um blog com diversas obras literárias. O que torna seu hobbie único, é que ele leciona matemática, e usa a disciplina em seus textos. “Essa relação que tenho com os números me serviu de inspiração para escrever o que sinto, o que penso, o que desejo; com um vocabulário matemático simples, de fácil entendimento para todos, sejam matemáticos ou não. Consegui relacionar conceitos matemáticos com a beleza da mulher, com o que sinto”, explica Vanderley . . .

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25/03/15
Com o apoio do currículo, estudantes podem conhecer a matemática além das contas
http://www.educacao.sp.gov.br/…/a-matematica-alem-das-contas

Veja as lições que são possíveis tirar da disciplina, que é muito mais que números e problemas

A Matemática é considerada disciplina básica em qualquer época e cultura. Sem ela, a formação pessoal não se completa, uma vez que todos utilizam números, medidas, operações e formas no dia a dia.

Não existem dúvidas do quanto o ser humano é observador e uma das primeiras maneiras de aprendizado é com a exploração do cotidiano ao nosso redor. Antes de qualquer noção escolar em relação a números e formas, a matemática se mostra presente logo nos primeiros anos de vida por meio das brincadeiras como, por exemplo, bloquinhos de encaixe com formas geométricas.

Com o passar do tempo, a relação com o estudo se desenvolve e passamos, então, a desenvolver outras capacidades relacionadas à disciplina, com a interpretação de situações cotidianas como fazer compras, visualizar datas em calendários, cozinhar e, até mesmo, medir a temperatura do corpo quando estamos doentes. A partir daí, o cérebro começa a criar soluções para esses “problemas” da realidade e desenvolve a criatividade e a crítica, além de estimular a pesquisa.

“Tudo isso só é possível porque a matemática, apesar de seu caráter abstrato, conceitos e resultados, têm origem no mundo real e encontra muitas aplicações em outras ciências e em inúmeros aspectos práticos da vida diária”, explica Vanderley Aparecido Cornatione do Centro de Ensino Fundamental Anos Finais, Ensino Médio e Educação Profissional da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

A Educação orienta o trabalho realizado nas cinco mil escolas estaduais com um currículo para os anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio que fornece uma base comum de conhecimentos e competências e permite que os professores criem um ensino articulado, pautado pelos mesmos objetivos.

O Currículo de Matemática Oficial do Estado de São Paulo reforça em todos os assuntos estudados a meta maior de propiciar um tratamento adequado das informações, considerando o que é relevante para a construção do conhecimento.

“Através de suas Competências Norteadoras, a disciplina contribuirá para desenvolver no aluno o senso crítico e autonomia, tornando-o um cidadão preparado para prosseguir com os estudos em nível superior e também para o mundo do trabalho, cultura, ciência e tecnologia. A soma desses fatores resulta no preparo para enfrentar os problemas da vida”, reforça Vanderley.


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Revista Exame - 16/09/2015
Matemática não é resumida em regras, diz vencedor de "Nobel"

São Paulo – “Um campo de conhecimento humano que data dos primórdios da civilização e que lida muito com a criatividade." Muitas pessoas relacionariam esta frase com a disciplina de história. No entanto, para Artur Avila, ela tem tudo a ver com a matemática.

“É uma criatividade muito informada que precisa ter uma base de conhecimento”, disse o matemático em entrevista a EXAME.com. “Assim como Picasso tinha que dominar o que já existia para criar coisas novas, os matemáticos precisam entender os problemas para os solucionarem."

Ganhador da medalha Fields de matemática (apelidada de "Nobel da matemática"), Avila pode ser considerado um prodígio. Com 21 anos, ele já estava terminando seu doutorado em matemática no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), no Rio de Janeiro, e se preparava para começar seu pós-doutorado na França.

Agora, com 36 anos, o matemático vive entre Paris e Rio de Janeiro, e trabalha como pesquisador no IMPA e no Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica. Nesta semana, Avila veio a São Paulo para participar do EXAME Fórum de Educação.

Desde 2006 no país, Avila acredita que as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM) se desenvolveram muito nos últimos anos. “Nós já temos capacidade de fazer matemática em um nível internacional.”

Segundo ele, a principal diferença entre o Brasil e a Europa é a tradição. “No nosso país, a história deste campo é mais recente. Em Paris, por exemplo, já é uma engrenagem que está rolando há muito mais tempo.”

Apesar de atrasados em relação aos países mais ricos, o matemático afirma que comparado a outros locais em desenvolvimento, o Brasil está mais avançado nos estudos de CTEM. “Nós podemos estar atrás dos países desenvolvidos. Porém, estamos no caminho certo.”

A matemática é chata?

O Brasil é um dos países com mais baixo desempenho dos alunos em matemática. Segundo o principal exame internacional de educação básica, o Pisa, o país teve média de 391 pontos em 2013. Um aumento em comparação à média de 356 pontos em 2003.

No entanto, a melhora no desempenho não foi suficiente para tirar o Brasil das últimas colocações do ranking da Pisa -- está em 58º lugar, entre 65 países. Além disso, de acordo com a OECD, organização que elabora o exame, 67% dos alunos brasileiros não possuem o nível mínimo de matemática para competir no mercado de trabalho.

Porém, para Avila, o baixo desempenho dos alunos em matemática não é uma realidade apenas no Brasil, mas também em outros países. Segundo ele, a má fama da disciplina se deve ao modo como ela é ensinada.

“Os professores, geralmente, explicam a matemática de uma maneira enfadonha. Isso faz com que você se sinta um computador e totalmente sem vontade de aprender.”

Além disso, para o matemático, a disciplina ainda é muito discriminada. “Muitos acreditam que a matemática é resumida em regras. Elas existem, mas podem ser mais libertadoras e usadas para resolver problemas e gerar reflexões.”

Exceção dentro do sistema de ensino brasileiro, o matemático agora é um exemplo na área e espera que isso possa ser positivo para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia no país.

“Espero que o meu reconhecimento sirva de papel para humanizar a matemática no Brasil e para mostrar que ela é algo vivo e necessário.”

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Reportagem da Revista Nova Escola que contextualiza/aplica Matemática à Educação Fiscal e Cidadania de Crianças, Jovens e Adultos.

Educação fiscal é lição de cidadania e de Matemática
Os alunos se tornam mais conscientes quando aprendem a identificar o valor dos impostos incluídos no preço de produtos e serviços que consomem.

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Livro:
A ERA DA CURADORIA: O QUE IMPORTA É SABER O QUE IMPORTA!
“Educação e formação de pessoas em tempos velozes”

Editora:
Papirus – 1ª Edição – 2015

Autores:
Mário Sérgio Cortella
Gilberto Dimenstein

“O acesso cada vez maior à tecnologia permite hoje que informações de toda sorte cheguem até nós das mais diferentes formas. Num momento em que todos podemos ser, ao mesmo tempo, leitores e autores, surge a necessidade de saber selecionar no meio do caos aquilo que, de fato, tem relevância e credibilidade. Afinal, em que prestar atenção? O que realmente importa?”

Mário Sérgio Cortella e Gilberto Dimenstein levam a debate neste livro a ideia de curadoria do conhecimento. Em bate-papo instigante, eles apresentam esse novo conceito e iluminam vários aspectos de nossa cidadania. Pois, como apontam aqui, a formação continuada para a prática da curadoria, isto é, da socialização e mediação dos saberes, torna-se fundamental nesta nova era, seja nas escolas, seja nas empresas ou nos meios de comunicação, como forma de emponderamento do indivíduo.

“Não há como separar educação e comunicação, porque ensinar é comunicar, assim como comunicar é ensinar. As duas transitam dentro da mesma ideia. Usei de propósito a expressão ensinar porque ensinar, ou insignare, significa “deixar uma marca”, “gravar alguma coisa em alguém”, “deixar um sinal”, por isso “insígnia”, a percepção de que se marca algo em alguém.”


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SP SERVIÇOS
http://www.spservicos.sp.gov.br/
A LOJA DE APLICATIVOS DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Agendamento de serviços no Poupatempo, Informações sobre pontos na CNH, Multas de veículos, Notas e frequências de alunos, Localização de unidades policiais e MUITO MAIS.



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ALGUNS EVENTOS, CURSOS, PROJETOS E PROGRAMAS QUE EU PARTICIPEI

COM EDUCADORES / PROFESSORES / ESPECIALISTAS

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Desde 2011 faço parte da Equipe Curricular da SEE/SP participando na construção, acompanhamento, avaliação, análise pedagógica e validação de Documentos Orientadores, Materiais Pedagógicos, Orientações Técnicas, Videoconferências, Webconferências, Videoaulas, Cursos, Projetos e Programas.

- Currículo de Matemática

- Caderno do Professor e Caderno do Aluno

- BNCC (Base Nacional Comum Curricular)

- EMAI (Educação Matemática nos Anos Iniciais)

- EJA "Mundo do Trabalho" (Educação de Jovens e Adultos)

- PNLD (Programa Nacional do Livro Didático)

- Educação Fiscal e Financeira

- Educação Escolar Indígena

- Plataforma Currículo+

- Plataforma Geekie+

- Plataforma EVESP

- Plataforma Foco Aprendizagem


- Plataforma Árvore de Livros "Biblioteca Digital"

- Projeto "Desafios Matemáticos 2017"

- Projeto de Recuperação e Reforço "Aventuras Currículo+"

- Projeto Currículo+ "Atividades de Nivelamento 2016"


- Projeto "Quem Falta Faz Falta"

- Projeto "Educação e Cidadania"

- Projeto "Cidade Educadora"

- Projeto "Prosseguir"


- Relatório Pedagógico do SARESP

- Matriz de Avaliação Processual - Matemática

- AAP (Avaliação da Aprendizagem em Processo)

- Jornada de Matemática "Anos Iniciais"

- OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas)

- Dia Nacional da Matemática "06 de maio"

- Workshop de Matemática

- MGME (Melhor Gestão Melhor Ensino)

- Grande Encontro CGEB com Diretorias de Ensino

- Cultura é Currículo

- Planejamento/Replanejamento Escolar


- Prêmio Professores do Brasil

“A aprendizagem é o centro da atividade escolar. Por extensão, o professor caracteriza-se com um profissional da aprendizagem. O professor apresenta e explica conteúdos, organiza situações para a aprendizagem de conceitos, de métodos, de formas de agir e pensar, em suma, promove conhecimentos que possam ser mobilizados em competências e habilidades que, por sua vez, instrumentalizam os alunos para enfrentar os problemas do mundo.” (Currículo de Matemática do Estado de São Paulo, 2012, p.18)

“Em todos os assuntos, o professor precisa ser um bom contador de histórias. Preparar uma aula será sempre arquitetar uma narrativa, tendo em vista a construção do significado das noções apresentadas. Para contar uma boa história, é necessário, no entanto, ganhar a atenção dos alunos, é preciso criar centros de interesse. É fundamental cultivar o bem mais valioso de que dispõe um professor na sala de aula: o interesse dos alunos.” (Currículo de Matemática do Estado de São Paulo, 2012, p.45)


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PLATAFORMA APRENDIZAGEM EM REDE
http://aprendizagememrede.escoladeformacao.sp.gov.br/

PERCURSO FORMATIVO
AAP - Avaliação da Aprendizagem em Processo "Matemática"

Bom trabalho a todos!

Equipe Curricular de Matemática da SEE/SP
Agosto/2017


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Videoconferência realizada em 13/09/2017
Desafios Matemáticos 2017 "Fase Diretoria de Ensino"
Orientações para a Fase Diretoria de Ensino
Palestrantes/Mediadores
Vanderley Aparecido Cornatione - Técnico Curricular - Equipe de Matemática
Otávio Yoshio Yamanaka - Técnico Curricular - Equipe de Matemática
João dos Santos Vitalino - Técnico Curricular - Equipe de Matemática

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 VIDEOCONFERÊNCIA
Orientação Técnica sobre Sequências Didáticas de Matemática (29/05/2017)


(Utilizar o Navegador Internet Explorer)

Sinopse
A videoconferência teve como objetivo orientar e esclarecer dúvidas sobre a Orientação Técnica sobre Sequências Didáticas de Matemática que será realizada nos dias 06 e 08/06/2017 na EFAP.

Palestrantes/Mediadores
Valéria Arcari Muhi – Equipe Assessoria Técnica – DEGEB
Otavio Yoshio Yamanaka – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF
Vanderley Aparecido Cornatione – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF

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VIDEOCONFERÊNCIA

R E G U L A M E N T O "DESAFIOS MATEMÁTICOS 2017" (12/05/2017)

http://media.rededosaber.sp.gov.br/see/DESAFIOS_MATEMATICA_12_05_2017.wmv


(Utilizar o Navegador Internet Explorer)

Sinopse
A videoconferência teve como objetivo apresentar e esclarecer informações sobre o Regulamento dos Desafios Matemáticos 2017, aos PCNPs de Matemática e de outras áreas, e diretores do Núcleo Pedagógico.

Palestrantes/Mediadores
João dos Santos Vitalino – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF
Otavio Yoshio Yamanaka – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF
Vanderley Aparecido Cornatione – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF

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VIDEOCONFERÊNCIA
L A N Ç A M E N T O "DESAFIOS MATEMÁTICOS 2017" (05/05/2017)

http://www.rededosaber.sp.gov.br/Videoteca/DadosBloco.aspx?id_bloco=2372


(Utilizar o Navegador Internet Explorer)

Sinopse
Lançamento da Ação Desafios Matemáticos, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento da competência do raciocínio lógico matemático, aos alunos dos Anos Finais e do Ensino Médio, por meio de um contexto significativo para a potencialização das habilidades cognitivas estruturantes em ambiente colaborativo, por intermédio da proposição e resolução de desafios matemáticos. Engajar PCNPs, Professores Coordenadores, Professores e Estudantes na ação.

Palestrantes/Mediadores
Prof. Dr. José Renato Nalini – Secretário de Estado da Educação de São Paulo
Valéria de Souza – Coordenadora da CGEB
João dos Santos Vitalino – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF
Otavio Yoshio Yamanaka – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF
Vanderley Aparecido Cornatione – Equipe Curricular de Matemática – CEFAF

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VIDEOCONFERÊNCIA – REUNIÃO DE TRABALHO (15/12/2016)

“PLANO DE AÇÃO PARA O PLANEJAMENTO 2017”


(Utilizar o Navegador Internet Explorer)

Sinopse


A videoconferência tem como objetivo discutir, com as equipes gestoras das Unidades Escolares e Diretorias de Ensino, o Plano de Ação do Planejamento 2017.

Palestrantes/Mediadores
• Sonia de Gouveia Jorge – Diretora CEFAI
• Renata Rossi Fiorim Siqueira – Técnica CEFAI
• Roseli Cordeiro – Técnica CEFAF
• Vanderley Cornatione – Técnico CEFAF
• Teresa Cristina Andrade – UNESP

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VIDEOCONFERÊNCIA – SIMULADO SARESP 2016

Bloco 01:
http://media.rededosaber.sp.gov.br/see/SARESP_14_10_16_BLOCO_02.wmv
Duração: 01:05:16


(Utilizar o Navegador Internet Explorer)

Tema: Simulado SARESP 2016

Data: 14 de Outubro de 2016 (Sexta – Feira)

Horário: DAS 15H ÀS 17H30

Órgão: SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Videoconferencistas:
• JUVENAL DE GOUVEIA – CEPAV/CIMA
• REGINA RESEK - DIRETORA DEGEB/CGEB
• VANDERLEY APARECIDO CORNATIONE - EQUIPE CURRICULAR DE MATEMÁTICA
• ROSELI CORDEIRO - EQUIPE CURRICULAR DE LÍNGUA PORTUGUESA

Objetivo: O OBJETIVO DA VIDEOCONFERÊNCIA É DAR AO ALUNO A OPORTUNIDADE DE TER CONTATO COM ITENS DO SARESP E O GÊNERO PROVA, MINIMIZAR SUA ANSIEDADE EM RELAÇÃO A REALIZAÇÃO DO SARESP, DESENVOLVER SUAS PRÓPRIAS ESTRATÉGIAS PARA REALIZAÇÃO DA PROVA, OFERECER OPORTUNIDADE DE REVER ALGUNS CONTEÚDOS QUE PERCEBEU MAIORES DIFICULDADES.

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Videoconferência de Sociologia, Momento de Integração Curricular:
“Contribuições da Sociologia para o ENEM”
06 de outubro de 2016
(Utilizar o Navegador Internet Explorer)

O objetivo da VC é promover a integração dos componentes curriculares: Língua Portuguesa, Matemática e Sociologia, na abordagem das competências para o Exame Nacional do Ensino Médio “ENEM”.

Público Alvo
Professores Coordenadores de Núcleos Pedagógicos - PCNP e professores de modo geral

Videoconferencistas
Carlos Fernando de Almeida – Equipe Curricular de Sociologia
Roseli Cordeiro – Equipe Curricular de Língua Portuguesa
Vanderley Aparecido Cornatione – Equipe Curricular de Matemática

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Equipe Curricular de Matemática da SEE/SP - Agosto/2016
Adriana Santos Morgado
João dos Santos Vitalino
Otávio Yoshio Yamanaka
Vanderley Aparecido Cornatione


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ENCONTRO TEMÁTICO
EFAP - Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores
02 de agosto de 2016
Empowering Female Students in STEM Education
(Pierre Orbe)
A equipe de facilitadores norte-americanos responsáveis pela série de Encontros Internacionais entre Brasil – Estados Unidos realizados de 2012 a 2015 em parceria com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, traz para reflexão, neste ano, o tema  da desigualdade de gênero nos campos da Matemática e das Ciências, com o objetivo de discutir sobre os desafios de melhorar a educação e estimular  mais mulheres a ingressar nestes domínios.

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Portal da Educação - 05/02/2016
Educação lança nova versão da plataforma Foco Aprendizagem

Confira as principais novidades da plataforma Foco Aprendizagem

A professora Ghisleine Trigo, coordenadora de Gestão da Educação Básica, fala sobre a nova ferramenta da Educação.

A ferramenta disponibiliza os dados do Idesp 2015

Educação lança nova versão da plataforma Foco Aprendizagem


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Planejamento Pedagógico 2016
Videoconferência - 03 de fevereiro de 2016
(Utilizar o navegador Internet Explorer)

A videoconferência teve como objetivo alinhar as diretrizes para o planejamento escolar, que serão realizados entre os dias 10 e 12 de fevereiro, além de apresentar ferramentas e informações que estão disponíveis para apoiar o processo de planejamento.


Os videoconferencistas foram: Ghisleine Trigo Silveira, coordenadora da CGEB, e Olavo Nogueira Batista Filho, coordenador CIMA

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Equipe Curricular de Matemática da SEE/SP - Dezembro/2015

Djalma de Oliveira Bispo Filho
João dos Santos Vitalino
Otávio Yoshio Yamanaka
Sandra Maira Zen Zacarias
Vanderley Aparecido Cornatione


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Portal da Educação da SEE/SP
Retrospectiva 2015 mostra boas práticas que foram destaque na rede
http://www.educacao.sp.gov.br/video.php?vid=j1h8tMmHpWU
Sustentabilidade, arte, música e dança, foram temas de projetos realizados pelos alunos.


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COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS
Instituto Ayrton Senna
04 de dezembro de 2015
No dia 04 de dezembro de 2015, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e o Instituto Ayrton Senna promoverão um workshop para discutir o desenvolvimento das competências socioemocionais. O objetivo é que o grupo de participantes formados por técnicos de diferentes áreas da SEE-SP e FDE componha uma equipe de referência para discutir o tema que tem ganhado cada vez maior visibilidade no país.

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Seminário Estadual da
Base Nacional Comum Curricular
UNINOVE - Vergueiro
16 de novembro de 2015


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Prêmio Professores do Brasil 2015
Comitê Estadual de Avaliação dos Projetos
EFAP - Escola de Formação de Professores
04 de novembro de 2015

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Videoconferência “Semana do SARESP / SAEB” (realizada em 05/10/2015)
(Utilizar o navegador Internet Explorer)

Videoconferencistas
- Ghisleine Trigo Silveira
Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB)
- Olavo Nogueira Batista Filho
Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional (CIMA)

Plataforma Foco Aprendizagem

Simulado on-line SAEB / Prova Brasil
https://sed.educacao.sp.gov.br/

Itens Publicados
http://devolutivas.inep.gov.br

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Videoconferência
ENEM – MATEMÁTICA
10 de setembro de 2015
http://media.rededosaber.sp.gov.br/see/ENEM_MATEMATICA_10_09_15.wmv
(Utilizar o navegador Internet Explorer)


Objetivo
Esclarecer dúvidas sobre Matemática no ENEM e como o Geekie+ pode potencializar o aprendizado dos alunos.

Público-alvo
Alunos da 3ª série do Ensino Médio, Equipes Gestoras das Escolas, PCNPs e Supervisores de Ensino.

Videoconferencistas
- Prof. Vanderley Aparecido Cornatione – Equipe Curricular de Matemática da SEE/SP
- Prof. Marcelo Play – Coordenador de Conteúdo Geekie


Outras videoconferências Geekie

10/09/2015 - ENEM - Matemática

27/08/2015 - Geekie+ volta às aulas - Nota TRI e dicas sobre a prova dos ENEM

08/05/2015 - Geekie+ volta às aulas - como se preparar para a prova do ENEM

02/06/2015 - VC “Apresentação para Alunos da Plataforma de Aprendizado Adaptativa”

12/05 - VC “Apresentação para Alunos da Plataforma de Aprendizado Adaptativa”

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Projeto de Recuperação e Reforço "Aventuras Currículo+"
Orientação Técnica na EFAP com a Profª. Silvia Sentelhas
31/06 e 01/07/2015


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EMAI - Educação Matemática nos Anos Iniciais
Orientação Técnica - 15 a 17 de junho de 2015 na EFAP
com a Profª. Célia Maria Carolino Pires


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Videoconferência
Projeto “Aventuras Currículo+” (23/03/2015)
http://media.rededosaber.sp.gov.br/see/AVENTURAS_CURRICULO_MAIS_23_03_15.wmv

Videoconferência

Projeto “Aventuras Currículo+” (18/03/2015)
http://media.rededosaber.sp.gov.br/see/CURRICULO_MAIS_18_03_15.wmv

(Utilizar o navegador Internet Explorer)


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Orientação Técnica "Aventuras Currículo+"
EFAP - Escola de Formação de Professores
09 a 13 de março de 2015
Com as especialistas:
Jacqueline Peixoto Barbosa - Língua Portuguesa - PUC/SP
Maria Silvia Brumatt Sentelhas - Matemática - PUC/SP
Projeto de recuperação de habilidades estruturantes de Matemática e Língua Portuguesa utilizando conteúdos digitais sugeridos no Currículo+ e outros recursos pedagógicos digitais.

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05/03/15
Currículo+ realizará oficinas para ensinar educadores a produzir videoaulas
http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/curriculo-ensinara-oficinas-educadores-videoaulas
Projeto passará por escolas com objetivo de transformar educador em produtor de conteúdo digital

Currículo+ promove cursos de produção de vídeos para docentes
https://www.youtube.com/watch?v=wHoz5KGHLbE

A partir deste sábado (07), a Educação levará às diretorias de ensino um estúdio itinerante diferente, com dicas de locução e de recursos tecnológicos que ensinam os professores a produzir videoaulas.

Em parceria com o YouTube e a com a Fundação Lemann, o projeto equipado com câmeras vai oferecer oficinas dos materiais em vídeo para que o conteúdo seja dinâmico, interativo e articulado ao currículo da rede estadual.

O objetivo é oferecer mais uma ferramenta para auxiliar os educadores na utilização da tecnologia como aliada do ensino. Durante a visita, os participantes terão a chance de operar, gravar e criar conteúdo audiovisual para internet.

Além das orientações teóricas, que serão ministradas por uma equipe profissional de produção de vídeos, cada participante será incentivado a elaborar uma videoaula inédita sobre qualquer tema do currículo do Estado que poderá ser disponibilizada na plataforma do Currículo+, junto aos mais de 2.500 conteúdos articulados e já catalogados, para que todos os professores e alunos da rede tenham acesso.

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"A proposta da Secretaria com as videoaulas curriculares é oferecer ainda mais subsídios para que os professores consigam dar um novo passo na utilização da tecnologia no processo de aprendizado. Além de consumidores de recursos tecnológicos, oferecemos agora a oportunidade deles serem produtores de conteúdo virtual educativo e ainda partilhar esta experiência com a rede", afirma o secretário da Educação, professor Herman Voorwald.

Canal da Educação no YouTube
Além do Currículo+, a Secretaria da Educação oferece o canal da Educação no YouTube. No site de compartilhamento de vídeos, estão reunidos mais de 700 atividades e programas da Educação, como o Vence e o Novo Modelo de Escola de Tempo Integral. Além disso, traz dicas de experiências em disciplinas como Física e Química e os tutoriais "Faça Você Mesmo", websérie especial com maior número de visualizações da página e uma das preferidas entre estudantes e professores.

Com o intuito de construir o modelo de atuação do projeto em conjunto com profissionais da rede, em dezembro de 2014 três oficinas-piloto foram realizadas em escolas e núcleos pedagógicos das Diretorias de Ensino de Piraju, Sertãozinho e Suzano, envolvendo mais de 100 professores. Além das dezesseis expedições, o projeto disponibilizará, já a partir de maio, todo o conteúdo das oficinas em tutoriais virtuais para que qualquer educador ou aluno possa ter acesso às orientações práticas.

Para saber mais, acesse a intranet da Educação


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Fundação Lemann
Lançamento da pesquisa:
Conselho de Classe – a visão dos professores sobre a educação
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Rua Henrique Schaumann, 777 - São Paulo - SP
27 de fevereiro de 2015



O evento é a primeira oportunidade para que parceiros e profissionais do setor educacional tenham acesso aos resultados desse trabalho que ouviu professores de todo o país, com o desejo de trazer para o centro do debate a opinião de quem vive a educação diariamente.

Conduzida pelo Ibope Inteligência e com apoio do Instituto Paulo Montenegro, o estudo é uma iniciativa da Fundação Lemann para dar voz aos educadores e lançar luz sobre suas percepções acerca dos principais tópicos do debate educacional.

“A Visão dos Professores sobre a Educação no Brasil”
(pesquisa da Fundação Lemann – março/2015)

“Indisciplina é um dos principais problemas em escolas, diz pesquisa”
Levantamento da Fundação Lemann ouviu mil profissionais do ensino fundamental em todo o país.
Reportagem do Fantástico - Edição do dia 01/03/2015
01/03/2015 22h42 - Atualizado em 02/03/2015 00h31

Fundação Lemann
http://www.fundacaolemann.org.br/

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Expo Info Educacional
Diretoria de Ensino Guarulhos Sul
Guarulhos - SP
10 de dezembro de 2014

Apresentações e relatos de professores e alunos sobre o uso de novas tecnologias como recurso pedagógico complementar para o aprendizado do aluno. Foram apresentadas aulas com o uso de Objetos Digitais de Aprendizagem da nossa Plataforma Currículo+.

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3º People.Net in Educacion
Faculdades Integradas Rio Branco
Unidade Lapa - São Paulo - SP
05 de dezembro de 2014

O People.Net in Education, em sua terceira edição, terá como tema gerador: “O Educador Netweaver” - O educador do novo milenio.

O objetivo do evento é debater, construir e divulgar o perfil dos educadores do novo milênio e técnicas de ensino e aprendizagem consonantes com as demandas e necessidades das novas gerações.

O evento reúne palestrantes, pesquisadores e educadores de vários cantos do Brasil para discutir novas formas de ensinar e desafios a serem superados.


Palestrantes:
- Alexandre Campos Silva
- José Armando Valente
- José Carlos Antonio
- José Manuel Moran
- Luciane Chiodi Nogueria
- Olavo Nogueira Batista Filho
- Rainer Marinho da Costa
- Renata Simões
- Valdenice Minatel  M.  Cerqueira

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Curso Fundamentos do Google para o Ensino
AVA-Google (Nov-Dez/2014)


Curso online gratuito

Fundamentos do Google para o Ensino

Neste curso você aprenderá como usar tecnologias do Google para melhorar a eficiência, a inovação e a eficácia na sua prática de ensino. 

Nós dividimos o curso em três unidades, cada uma focada em um conjunto de aplicações:

* Pesquisa e Comunicação: pesquise recursos online e divulgue informações para a comunidade escolar.

* Criação e Compartilhamento: crie documentos online e fomente a colaboração usando ferramentas de edição de texto, planilhas, apresentações e formulários de pesquisa.

* Melhorar a Experiência em Sala de Aula: use ferramentas online para fomentar a comunidade, economizar tempo em trabalhos administrativos e adicionar recursos visuais às aulas.

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Curso de Formação Continuada - Avaliação Educacional
AVA-EFAP (Nov-Dez/2014)


Programa de Formação Continuada
Avaliação Educacional

A. APRESENTAÇÃO
1. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEE-SP), por meio da Escola de Formação e Aperfeiço­amento dos Professores do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza” (EFAP) e da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB) promoverá o Programa de Formação Continuada “Avaliação Educa­cional”. Nesta fase inicial, o programa será destinado, exclusivamente, aos profissionais em exercício nos órgãos centrais.
2. O Programa de Formação Continuada “Avaliação Educacional” está fundamentado na necessidade de proporcionar aos profissionais da educação um processo de reflexão e de compreensão mais aprofun­dada sobre avaliação, a fim de promover impactos positivos na implementação de políticas públicas nos órgão centrais e nas unidades escolares (UE).
3. Este Regulamento contém as regras e procedimentos que regem a fase inicial do Programa de Formação Continuada “Avaliação Educacional”, curso semipresencial que se dará por meio de encontros presenciais e atividades a distância no Ambiente Virtual de Aprendizagem da EFAP (AVA-EFAP).

B. OBJETIVOS
4. A fase inicial do Programa de Formação Continuada “Avaliação Educacional” tem como objetivos:
a. Refletir e compreender a avaliação educacional, dentro do contexto da política pública;
b. Instrumentalizar os técnicos da SEE-SP a fim de obter impactos positivos na implementação de políti­cas públicas nos órgão centrais;
c. Identificar como as finalidades, os objetivos, os objetos, as metodologias de avaliação, bem como as formas de articulação da avaliação com o pedagógico e os usos de seus resultados, revelam posiciona­mentos e a adesão a um determinado modelo de escola e de educação;
d. Conscientizar os profissionais de que o posicionamento por uma escola e uma educação inclusiva, democrática e socialmente justa, requer uma ressignificação semântica e conceitual de avaliação.

C. PÚBLICO-ALVO
5. A fase inicial do Programa de Formação Continuada “Avaliação Educacional” é direcionada exclusiva­mente aos profissionais em exercício nos órgãos centrais.

D. HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
6. A fase inicial do Programa de Formação Continuada “Avaliação Educacional” pretende contribuir no de­senvolvimento das seguintes habilidades e competências:
a. Construção de estratégias que contribuam na condução do processo de implementação de políticas públicas;
b. Compreensão da importância da articulação entre os diferentes níveis de gestão para a efetivação de políticas públicas;
c. Elaboração de propostas de acompanhamento das ações planejadas nos diferentes níveis de gestão para a efetivação de políticas públicas.

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Currículo+ é finalista em prêmio do BID que reconhece ações inovadoras na América Latina

Vencedor será escolhido por meio de votação popular na internet até 08 de dezembro

O Currículo+ foi selecionado como um dos cinco finalistas para o Prêmio Gobernarte 2014, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que reconhece experiências inovadoras implementadas nas gestões públicas de governos da América Latina.

O programa da Educação concorre na categoria “sociedade civil + segunda instância administrativa”.

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A escolha do vencedor será feita por meio de votação popular até o dia 8 de dezembro. Para participar, é necessário acessar o site do Gobernarte, clicar no botão “avaliar”, fazer login com seu perfil do Facebook e dar a sua nota. Os votos são computados após a avaliação dos cinco competidores.

- Participe! Vote no Currículo+ aqui

Lançado em fevereiro de 2014, o Currículo+ consiste em uma plataforma virtual que sugere conteúdos digitais, como jogos e videoaulas, para os educadores da rede estadual trabalharem os conteúdos do Currículo do Estado de São Paulo. A ação é articulada com toda rede. Uma equipe de 75 professores coordenadores de núcleos pedagógicos (PCNP), locados nas diretorias de ensino do Estado, sugerem os conteúdos no site do programa, gerenciado pela equipe central do Currículo+.

Nos dez meses de atividade, a plataforma já contabiliza mais de 400 mil acessos. Segundo o coordenador do Currículo+, Olavo Nogueira Filho, este envolvimento é um dos diferenciais que garantem a indicação ao prêmio. “O Currículo+ é uma proposta da Secretaria da Educação que foi dialogada com os profissionais da rede. Eles atuaram, e continuarão atuando, em sua consolidação. Este envolvimento garante um significado singular ao programa e é o que permitirá um avanço cada vez mais relevante e consistente visando a melhoria contínua da aprendizagem dos nossos alunos”.     


Currículo+
Ambiente virtual que disponibiliza sugestões de conteúdos digitais, como recurso pedagógico complementar, selecionados segundo o Currículo do Estado de São Paulo por meio de um processo contínuo de construção coletiva com educadores da Rede Púbica Estadual de Ensino de São Paulo.

Vídeo Currículo+ (Julho/2014)
Veja o vídeo do Projeto Currículo+ que traz depoimentos de professores que já estão implementando a plataforma.

Vídeo Currículo+ (Novembro/2014)
Veja o novo vídeo do Projeto Currículo+ que traz depoimentos de alunos e professores que utilizam o Currículo+ em suas aulas.


Currículo do Estado de São Paulo constitui orientação básica para o trabalho do professor em sala de aula

Para apoiar o trabalho realizado nas cinco mil escolas estaduais, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo desenvolveu, em 2008, por meio da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica, um currículo base para os anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Com a medida, a Educação pretende fornecer uma base comum de conhecimentos e competências que, utilizada por professores e gestores das mais de cinco mil escolas estaduais paulistas, permita que essas unidades funcionem, de fato, como uma rede articulada e pautada pelos mesmos objetivos.

Além desses documentos, o Currículo do Estado de São Paulo se completa com um conjunto de materiais dirigidos especialmente aos professores e aos alunos: os Cadernos do Professor e do Aluno, organizados por disciplina, de acordo com a série, ano e bimestre. Neles, são apresentadas Situações de Aprendizagem para orientar o trabalho do professor no ensino dos conteúdos disciplinares específicos e a aprendizagem dos alunos.

Ciências da Natureza

O currículo de Ciências Humanas, que engloba as disciplinas de Biologia, Física e Química, também está estruturado em torno de quatro eixos temáticos: vida e ambiente, ciência e tecnologia, ser humano e saúde e Terra e Universo.

Ciências Humanas

A Ciência Humana resulta na acumulação cultural gerada pela sociedade em diferentes tempos e espaços. Seu estudo baseia-se nas artes, línguas e literatura clássica. O currículo dessa área de conhecimento engloba as disciplinas de Sociologia, Filosofia, Geografia e História.

Linguagens e Códigos

A proposta desenvolvida para a linguagem é estudá-la como uma atividade social. O Currículo do Estado de São Paulo para essa área de conhecimento engloba as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna (composta por Inglês e Espanhol), Arte e Educação Física.

Matemática

A Matemática é considerada disciplina básica no desenvolvimento dos currículos escolares em todas as épocas e culturas. Sem o desenvolvimento adequado da matéria a formação pessoal não se completa, uma vez que todos utilizam números, medidas, operações e formas no dia a dia.

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2º Grande Encontro CGEB/SEE-SP 2014 com as Diretorias de Ensino
Serra Negra / SP (Hotel Vale do Sol) – 17 de setembro de 2014
São Paulo / SP (EFAP) – 19 de setembro de 2014
Temas abordados desde o 1º Grande Encontro:
Tema 1: Avaliação, Recuperação e Reforço
Tema 2: Alfabetização
Tema 3: Educação Integral
Tema 4: Educação Inclusiva - Equidade e Igualdade
Tema 5: Reorganização dos Ciclos
Tema 6: Pacto do Ensino Médio, MGME, Pacto dos Anos Iniciais
Tema 7: Currículo
- Realizar um exercício de simulação de uma ação com cenário fictício na área da saúde;
- Estabelecer relação entre o Plano de Acompanhamento da DE e o exercício de simulação de uma ação com cenário fictício;
- Compreender o diálogo entre os componentes de um Plano de acompanhamento de ações de formação;
- Compreender o objetivo das recomendações enviadas pela CGEB a respeito do registro do Plano de acompanhamento para que realizem os ajustes necessários em sua Diretoria de Ensino;
- Elaborar uma ação referente a avaliação, recuperação e reforço a curto prazo com vistas a socializar sugestões como possibilidades de trabalho;
- Realizar levantamento com questões sobre a Avaliação interna, Avaliação externa e AAP.

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Currículo+

O Projeto Currículo+, iniciativa integrante do Programa Novas Tecnologias – Novas Possibilidades da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo desdobra-se a partir da disponibilização de uma plataforma de sugestões de conteúdo digital (vídeos, animações, jogos digitais, simuladores, infográficos e áudios) como recurso pedagógico complementar, selecionados segundo o Currículo do Estado de São Paulo por meio de um processo contínuo de construção coletiva com educadores da Rede.

REDE CONVERSANDO COM A REDE
Vídeos produzidos por professores da Rede Estadual de São Paulo
Veja o depoimento de quem já está utilizando o Currículo+ na prática!

Objetivos específicos

• oferecer ao professor recursos pedagógicos digitais e formação na utilização destes recursos para complementar o desenvolvimento da sua aula e aprimorar a sua prática;

• tornar o processo de ensino e de aprendizagem em sala de aula mais diversificado, dinâmico e personalizado;

• disponibilizar ao aluno conteúdo digital para apoiar, recuperar ou complementar seus estudos, individualmente ou com o auxílio do professor.

CURRÍCULO+
LINKS DE TODOS OS VÍDEOS DO CURSO: OFICINAS VIRTUAIS CURRÍCULO+
1ª Edição (13/08/2014 a 27/09/2014)
2ª Edição (17/09/2014 a 01/11/2014)

Novo vídeo Currículo+_

Informações Técnicas_Curso Oficinas Virtuais Currículo+

Sobre o trabalho com um parceiro_Oficinas Virtuais Currículo+

Heloisa Makinik curso Currículo+ promovido Instituto Singularidades

Depoimento do Vice Diretor prof. Germano

Vamos começar com os vídeos da Professora Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves, Supervisora de Ensino da Rede Estadual de São Paulo, e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e do Professor André Lemos, da Universidade Federal da Bahia, que à luz dessas perguntas introduzem dois importantes termos que permeiam essa discussão: “cibercultura” e “web currículo”.

1.1_vídeo 1_Cibercultura_Oficinas Virtuais Currículo+

O que é cibercultura?

Trazendo nossa discussão para uma exploração ainda mais concreta sobre os “porquês” de posicionar a tecnologia como uma ferramenta a serviço da aprendizagem, as Professoras Roxane Rojo, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Jacqueline Barbosa, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), discorrem a seguir sobre a importância da integração da tecnologia no contexto educacional de hoje. Confira!

1.1_Vídeo 1_Roxane Rojo_Oficinas Virtuais Currículo+

1.1_vídeo 4_Jacqueline Barbosa_Oficinas Virtuais Currículo+

Vídeo produzido pela TV Escola (MEC) traz uma leitura sobre as crianças e jovens que estão na escola hoje e oferece exemplos concretos sobre algumas das novas possibilidades para integrar tecnologia ao currículo e à prática docente.

Profª. Jacqueline Barbosa, da PUC-SP, discorre sobre a importância da tecnologia como um meio para ensinar, como um lugar onde as “práticas se dão” e como objeto de reflexão do processo de ensino e de aprendizagem.

Prof. Klaus Schlunzen Jr., da UNESP, discorre sobre o potencial das novas tecnologias para tornar os ambientes de aprendizagem mais contextualizados e significativos.

Prof. Klaus Schlunzen Jr., da UNESP fala sobre o que considera o maior desafio para o uso da tecnologia na educação e, por outro lado, quais as possibilidades que se abrem ao introduzi-las no contexto escolar.

Prof. Luciano Meira, da Universidade Federal de Pernambuco, apresenta o resultado de uma pesquisa feita com alunos sobre o que aprenderam e sobre o que gostariam de aprender e qual o papel da tecnologia e da inovação pedagógica nessa discussão.

Prof. Haroldo da Gama Torres, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e coordenador da pesquisa "O que os jovens de baixa renda pensam sobre a escola?", discorre sobre os principais resultados do estudo e, entre os minutos 4:23 e 5:45, comenta o que a pesquisa nos diz sobre a questão da tecnologia no dia a dia escolar, em especial, no âmbito da escola pública.

Agora que você pode conferir análises sobre a importância das novas tecnologias no contexto escolar, e antes de passarmos para a última unidade da Oficina 1, paramos aqui para um importante “alerta”: “tecnologia a serviço da aprendizagem” não significa “tecnologia por tecnologia”! Para ilustrarmos esse conceito, convidamos você a assistir à “simpática animação” Tecnologia e Metodologia:

Só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar 
conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas.

Professora Regina Scarpa, Coordenadora Pedagógica da Revista NOVA ESCOLA.
“A tecnologia por si só definitivamente não mudará a educação, mas como especialistas e pesquisas já apontam, a tecnologia pode (e deve!) ser uma das principais ferramentas para apoiar a construção de uma educação à altura dos desafios do século XXI. O cerne da questão está na prática docente, e é isso que exploraremos na última unidade dessa primeira oficina.”

Para darmos início a última unidade da Oficina 1, veja os vídeos da Professora Silene Kuin, Diretora do Departamento de Recursos Didáticos e Tecnológicos de EaD da Escola de Formação e Aperfeiçoamento Profissional (EFAP) da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

No vídeo, que não acidentalmente leva o título “O novo papel do professor é uma velha discussão”, a Professora faz uma breve reflexão sobre esse "novo papel" do professor, discorre sobre como as novas tecnologias "escancaram" essa busca e conclui falando sobre a importância da formação continuada do docente nesse contexto.

1 4 video 1

No vídeo, a Professora fala sobre a diferença entre "informação" e "conhecimento", como esta distinção exige mudanças no papel do professor e como as novas tecnologias podem, inclusive, auxiliar nesse processo.

1.4 video 2

Finalizaremos a unidade com três vídeos que nos ajudarão a fazer a transição para o Currículo+, que, apesar de não ser uma iniciativa que contempla TODAS as possibilidades de implementação da tecnologia na escola, se apresenta como um recurso pedagógico-tecnológico, prático, disponível para todos os professores e alunos da Rede, e 100% articulado com as diretrizes curriculares do Estado de São Paulo!

Quando o assunto é tecnologia em sala de aula, muito se fala na importância do “professor como um mediador”. No âmbito do Currículo+ essa discussão também deve ocorrer, e para desmistificar alguns dos conceitos por trás disso e explorar as nuâncias da “mediação”, confira a parte 1 do vídeo da Professora Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves, Supervisora de Ensino da Rede Estadual de São Paulo, e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

1.4_Mediação: para quê?_vídeo 1_Oficinas Virtuais Currículo+

Quando o assunto é tecnologia em sala de aula, muito se fala na importância do “professor como um mediador”. No âmbito do Currículo+ essa discussão também deve ocorrer, e para desmistificar alguns dos conceitos por trás disso e explorar as nuâncias da “mediação”, confira a parte 2 do vídeo da Professora Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves, Supervisora de Ensino da Rede Estadual de São Paulo, e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

1.4_Mediação: para quê?_vídeo 2_Oficinas Virtuais Currículo+


Trecho da entrevista da professora Roxane Rojo, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), sobre o fundamental papel de liderança do professor para que o uso do Currículo+ seja, de fato, potencializado a serviço da aprendizagem.
1.4_vídeo 4_Roxane Rojo_Oficinas Virtuais Currículo+


2.1_O que é o Currículo+_Oficinas Virtuais Currículo+

2.2 Nukacia

2.3_Tutorial de Navegação Plataforma Currículo+_Oficinas Virtuais Currículo+

2.4_Como funciona a curadoria?_Oficinas Virtuais Currículo+

Infográfico Currículo+

DE Itaquaquecetuba - Currículo + - PCNP Cintia (completo)

2.4.1 Assistentes de Seleção de Conteúdo Digital
Que tal conhecê-los?
Veja a apresentação para conhecer cada um dos (hoje) 76 PCNP “Curadores”!
“Apresentação no Prazi” feita pela Camila Lopes.

Depoimentos:

2.4.1 - Videos 01

2.4.1 - Videos 02

2.4.1 - Videos 03

2.4.1 - Videos 04

2.4.1 - Video 05

2.4.1 - Videos 06

2.5 O que os professores que já estão implementando estão dizendo?

Educador Currículo+ E.E. Lauro Barreira - Prof: Leonor
Professora Leonor Cristina P. M. Benedito – Diretoria de Ensino de Pirassununga

Currículo Mais - Onda Verde – SP
Professora Bárbara Roncati Guirado – Diretoria de Ensino de São José do Rio Preto

Maria Eduarda e Luiz Antonio parte 1
Professores Maria Eduarda Chiarella e Luiz Antonio de Souza – Diretoria de Ensino de Piraju

2.6_vídeo 1_Roxane Rojo_Oficinas Virtuais Currículo+
Professora Roxane Rojo (UNICAMP) discorre sobre o que é importante ser destacado para que o Currículo+ seja utilizado a serviço da aprendizagem e diz que acredita que pode, inclusive, ser mais do que um “apoio complementar”.

2.6_Vídeo 2_Jacqueline Barbosa_Oficinas Virtuais Currículo+
Professora Jacqueline Barbosa (PUC-SP) discorre sobre o potencial dos objetos digitais de aprendizagem para potencializar a leitura e escrita em todas as disciplinas e seu papel como elemento disparador para a produção pelo próprio aluno.


3.1_vídeo 1_Roxane Rojo_Oficinas Virtuais Currículo+
Profª. Roxane Rojo fala sobre a importância da reflexão do professor ao planejar uma aula em que se utilizará objetos digitais de aprendizagem.

3.1_vídeo 2_Jacqueline Barbosa_Oficinas Virtuais Currículo+
Profª. Jacqueline Barbosa aborda aspectos que considera “chave” no processo de planejamento de uma aula com objetos digitais de aprendizagem.

3.1 video 3
Professora Coordenadora de Núcleo Pedagógico Dulcinéia Aparecida Rissatti Ramos, da Diretoria de Ensino de Sertãozinho, que também atua como professora da Rede Estadual no período noturno, fala sobre a importância do planejamento pedagógico.

3.2.1_vídeo 1_Renata Siqueira e Leandro Oliveira_Oficinas Virtuais Currículo+
Os professores Leandro Rodrigo Oliveira e Renata Rossi Fiorim Siqueira falam sobre os princípios norteadores dos Programas Ler e Escrever e EMAI e estabelecem como se dá a articulação com a tecnologia.

3.2.1_vídeo 2_Renata Siqueira e Leandro Oliviera_Oficinas Virtuais Currículo+
Os professores Leandro Rodrigo Oliveira e Renata Rossi Fiorim Siqueira demonstram como objetos digitais de aprendizagem recomendados no Currículo+ podem ser utilizados pelos professores do Ensino Fundamental Anos Iniciais.

3.2.2_vídeo 1_Natalina Mateus_Oficinas Virtuais Currículo+
Professora Natalina de Fátima Mateus fala sobre o contexto educacional com a chegada da tecnologia e, à luz desse cenário, discorre sobre os dois principais objetivos do Currículo do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.

3.2.2_Vídeo 2_Natalina Mateus_Oficinas Virtuais Currículo+
Professora Natalina de Fátima Mateus aborda os princípios do Currículo do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio e introduz suas relações com a tecnologia.

3.2.2_vídeo 3_Natalina Mateus_Oficinas Virtuais Currículo+
Áreas do conhecimento em foco: Professora Natalina de Fátima Mateus discorre sobre o currículo de Ciências da Natureza e introduz exemplos práticos para ilustrar as possibilidades de integração com o Currículo+.

3.2.2_vídeo 4_Natalina Mateus_Oficinas Virtuais Currículo+
Áreas do conhecimento em foco: Professora Natalina de Fátima Mateus discorre sobre os currículos de Ciências Humanas, Linguagens e Matemática e introduz exemplos práticos para ilustrar as possibilidades de integração com o Currículo+.

3.2.3_Vídeo 1_Carlos Tadeu e Vanderley Cornatione_Oficinas Virtuais Currículo+
Professores Vanderley Aparecido Cornatione e Carlos Tadeu da Graça Barros contextualizam a Avaliação da Aprendizagem em Processo e introduzem as possibilidade de utilização do Currículo+ como ferramenta para trabalhar os resultados da avaliação.

3.2.3_Vídeo 2_Carlos Tadeu e Vanderley Cornatione_Oficinas Virtuais Currículo+
Professores Vanderley Aparecido Cornatione e Carlos Tadeu da Graça Barros detalham as possibilidades de utilização do Currículo+ como ferramenta para trabalhar os resultados da avaliação a partir de exemplos práticos.

Currículo+ _ Diretoria de Ensino de Franca
Vídeo da série “Rede Conversando com a Rede”, Professor de Física Ricardo Granado Garcia, da Diretoria de Ensino de Franca, fala sobre como está incorporando o Currículo+ em sua prática pedagógica e as mudanças que percebe na motivação dos alunos ao utilizar simuladores e vídeos.

Prof. George Bueno, da EE "Nena G Buck"
Vídeo da série “Rede Conversando com a Rede”, Professor de Geografia George Bueno, da Diretoria de Ensino de Jaboticabal, demonstra um exemplo concreto de utilização de um objeto digital de aprendizagem sugerido no Currículo+ para contextualizar conceitos que trabalha em sala de aula.

Educador Currículo Mais - Os Lusíadas
Vídeo da série “Rede Conversando com a Rede”, Professora Enir Ester Portella Garcia, da Diretoria de Ensino de Diadema, discorre sobre sua experiência ao diversificar uma aula de literatura com a inserção de objetos digitais de aprendizagem.

3.3_vídeo 4_Klaus Schlunzen_Oficinas Virtuais Currículo+
Prof. Klaus Schlunzen Jr. (UNESP) oferece três dicas para implementação do Currículo+ a serviço da aprendizagem

3.3 video 5
Professora Coordenadora de Núcleo Pedagógico (PCNP) Silvia Helena Mariano de Carvalho, da Diretoria de Ensino de Jaboticabal fala sobre a importância da socialização de boas práticas para desmistificar o uso de objetos digitais de aprendizagem com os alunos.

Como manter os alunos engajados durante toda a aula
Vídeo da série “Técnicas Didáticas” da Fundação Lemann, Professora Gilne Fernandez, da Escola Municipal Vereador Manoel de Oliveira, ilustra como utilizar um vídeo para introduzir e contextualizar um assunto a ser tratado.

Que tal estruturar um “Plano de Aula Digital”?
Compile diferentes atividades num “Plano de Aula Digital”, um plano de ensino / sequência didática que lança mão de atividades com objetos digitais de aprendizagem articuladas entre si. Clique abaixo para ver o modelo sugerido e as respectivas instruções: 
Sugestão de modelo de Plano de Aula Digital

3.5.1 & 3.6_Presença Contagiosa _ Oficinas Virtuais Currículo+
Neste vídeo, a Professora Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves, Supervisora de Ensino da Rede Estadual de São Paulo, e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) fala sobre a importância da motivação do professor para incorporar a tecnologia em sua prática, e o que o formador precisa entender quando o assunto é a sensibilização e mobilização do formando.

3.5.2_Vídeo 1_Formar quem e para quê?_Oficinas Virtuais Currículo+

3.5.2_vídeo 2_Acompanhar = Educar_Oficinas Virtuais Currículo+

3.5.2_vídeo 3_Avaliar: para quê?_Oficinas Virtuais Currículo+

3.5.3_vídeo 1_Jacqueline Barbosa_Oficinas Virtuais Currículo+
Pensando no trabalho dos formadores de professores, Profª. Jacqueline Barbosa (PUC-SP) aborda aspectos que considera relevantes visando a incorporação do Currículo+ à prática docente.

3.5.3_vídeo 2_Roxane Rojo_Oficinas Virtuais Currículo+
Pensando no trabalho dos formadores de professores, Profª. Roxane Rojo (UNICAMP) aborda aspectos que considera relevantes visando a incorporação do Currículo+ à prática docente.

3.5.3_vídeo 3_Klaus Schlunzen_Oficinas Virtuais Currículo+
Pensando no trabalho dos formadores de professores, Prof. Klaus Schlunzen Jr. (UNESP) aborda aspectos que considera relevantes visando a incorporação do Currículo+ à prática docente

3.5.3_vídeo 4_Klaus Schlunzen_Oficinas Virtuais Currículo+
Pensando no trabalho dos formadores de professores, Prof. Klaus Schlunzen Júnior (UNESP) fala sobre o processo de acompanhamento em sala de aula do professor pelo formador.

Abaixo você encontrará sugestões de instrumentos e orientações customizadas para Professores Coordenadores Pedagógicos e Professores Coordenadores de Núcleo Pedagógico. Confira o instrumento que se aplica ao seu perfil para incorporar o Currículo+ à sua prática profissional e contribuir para o avanço do projeto a serviço da aprendizagem dos alunos da Rede Estadual de São Paulo!
Coordenador Pedagógico:
Professor Coordenador de Núcleo Pedagógico:

3.5.1 & 3.6_Presença Contagiosa _ Oficinas Virtuais Currículo+

3.6.1 Sugestões de instrumentos
Abaixo você encontrará sugestões de instrumentos e orientações customizadas para Professores Coordenadores Pedagógicos e Professores Coordenadores de Núcleo Pedagógico. Confira o instrumento que se aplica ao seu perfil para incorporar o Currículo+ à sua prática profissional e contribuir para o avanço do projeto a serviço da aprendizagem dos alunos da Rede Estadual de São Paulo!
Diretor/Vice-Diretor/Vice-Diretor da Escola da Família/Assistente de Diretor/Professor Mediador Escolar e Comunitário:
Supervisor de Ensino:
Dirigentes de Ensino e profissionais atuantes na Secretaria da Educação:

Créditos e Agradecimentos
O projeto Currículo+ agradece aos seguintes profissionais por suas contribuições diretas à elaboração do curso “Oficinas Virtuais Currículo”, sem as quais não seria possível disponbilizar uma proposta com igual relevância e consistência para a Rede Estadual de São Paulo:
·  Adriane Treitero Cônsolo, Consultora da Educação a Distância pela UNESCO
·  Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves, Supervisora de Ensino da Rede Estadual de São Paulo, e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
·  Bárbara Roncati Guirado, Professora da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de São José do Rio Preto
·  Camila Lopes - Assessoria Técnica e de Planejamento, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
·  Carlos Tadeu da Graça Barros - Centro de Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio (CEFAF) – Matemática, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
·  Cintia Souza Borges de Carvalho, Professora Coordenadora de Núcleo Pedagógico da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de Itaquaquecetuba
·  Dulcinéia Aparecida Rissatti Ramos, Professora Coordenadora de Núcleo Pedagógico da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de Sertãozinho
·  Ewerthon Daniel Vaz, Professor Coordenador de Núcleo Pedagógico da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de Piraju
·  Fabrícia Gomes Nieri - Centro de Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio/ProEMI, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
·  Germano Balthazar Barboza, Vice-Diretor da Escola Estadual Professor Martinho Sylvio Bizutti, Diretoria de Ensino de São Joaquim da Barra
·  Heloisa Makinik, Professora da Escola Estadual Professor Martinho Sylvio Bizutti, Diretoria de Ensino de São Joaquim da Barra
·  Jacqueline Peixoto Barbosa, Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
·  Inês Aparecida Bolandin Marcomini, Professora Coordenadora de Núcleo Pedagógico da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de Ribeirão Preto
·  Klaus Schlunzen Júnior, Professor da Universidade Estadual "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP)
·  Leandro Rodrigo de Oliveira, Centro de Ensino Fundamental Anos Iniciais (CEFAI), Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
·  Leila Bertanha Damasceno, Professora da Escola Estadual Professor Martinho Sylvio Bizutti, Diretoria de Ensino de São Joaquim da Barra
·  Luiz Antonio de Souza, Professora da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Piraju
·  Luiz Eduardo Divino da Fonseca, Professor Coordenador de Núcleo Pedagógico da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de São Carlos
·  Maria Eduarda Chiarella, Professora da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Piraju
·  Maria Eduarda de Lima Menezes, Coordenadora Pedagógica de tecnologia educacional no Instituto Educacional São João Gualberto
·  Márcio Bortolleto Fessel, Professor Coordenador de Núcleo Pedagógico da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de Piracicaba
·  Natalina de Fátima Mateus, Centro de Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio (CEFAF) – Química, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
·  Nukácia Meyre S. Araújo, Professora da Universidade Estadual do Ceará (UECE)
·  Renata Rossi Fiorim Siqueira, Centro de Ensino Fundamental Anos Iniciais (CEFAI), Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
·  Ricardo Granado Garcia, Professor da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de Franca
·  Roxane Helena Rodrigues Rojo, Professora da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
·  Rodrigo Ponce, Centro de Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio (CEFAF) – Biologia, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
·  Silene Kuin, Diretora do Departamento de Recursos Didáticos e Tecnológicos de EAD da Escola de Formação e Aperfeiçoamento Profissional (EFAP) da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, e Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
·  Talia Pietra Soares, Professora Coordenadora de Núcleo Pedagógico da Rede Estadual de Ensino de SP, Diretoria de Ensino de São Carlos
·  Vanderley Aparecido Cornatione – Centro de Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio (CEFAF) – Matemática, Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

O Currículo+ aproveita para agradecer também as equipes das Diretorias de Ensino de Lins, São Carlos e Piraju, em especial seus respectivos Núcleos Pedagógicos, que contribuíram com seus conhecimentos durante um processo de construção coletiva de soluções para os desafios no trabalho de formação e apoio aos professores. Diversos aprendizados desta experiência foram incorporados nesse curso.


As relações entre educação e tecnologia

“A educação tecnológica básica é uma das diretrizes que a LDBEN estabelece para orientar o currículo do Ensino Médio. A lei ainda associa a “compreensão dos fundamentos científicos dos processos produtivos” ao relacionamento entre teoria e prática em cada disciplina do currículo. E insiste quando insere o “domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna” entre as competências que o aluno deve demonstrar ao final da educação básica. A tecnologia comparece, portanto, no currículo da educação básica com duas acepções complementares: a) como educação tecnológica básica; b) como compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos da produção. A primeira acepção refere-se à alfabetização tecnológica, que inclui aprender a lidar com computadores, mas vai além. Alfabetizar-se tecnologicamente é entender as tecnologias da história humana como elementos da cultura, como parte das práticas sociais, culturais e produtivas, que, por sua vez, são inseparáveis dos conhecimentos científicos, artísticos e linguísticos que as fundamentam. A educação tecnológica básica tem o sentido de preparar os alunos para viver e conviver em um mundo no qual a tecnologia está cada vez mais presente, no qual a tarja magnética, o celular, o código de barras e outros tantos recursos digitais se incorporam velozmente à vida das pessoas, qualquer que seja sua condição socioeconômica. A segunda acepção, ou seja, a compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos da produção, faz da tecnologia a chave para relacionar o currículo ao mundo da produção de bens e serviços, isto é, aos processos pelos quais a humanidade – e cada um de nós – produz os bens e serviços de que necessita para viver. Foi para se manter fiel ao espírito da lei que as DCN introduziram a tecnologia em todas as áreas, tanto das DCN como dos PCN para o Ensino Médio, evitando a existência de disciplinas “tecnológicas” isoladas e separadas dos conhecimentos que lhes servem de fundamento.” (Currículo de Matemática do Estado de São Paulo, 2012, p.21e22)

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Curso Oficinas Virtuais Currículo+ 1ª Edição
(Formulário de Inscrição e Regulamento)

Colega educador,

Não perca a oportunidade de participar do Curso “Oficinas Virtuais Currículo+”,
ação de formação aos professores relacionada ao Projeto Currículo+
(http://www.curriculomais.educacao.sp.gov.br/).

O curso será totalmente EaD com carga horária de 30 horas espaçadas ao longo de 6 semanas (agosto-setembro) e será aberto para todos os profissionais do Quadro do Magistério.

Todos os colegas educadores podem participar do curso mesmo que estejam afastados, exercendo outra função.

Além disso, tanto quem participou do primeiro curso do projeto (“Currículo+ em Ação”), como quem não participou, pode se inscrever.

O “Oficinas Virtuais Currículo+” traz novos conteúdos e abordagem diferente da que foi utilizada no primeiro esforço.

Inclusive, muitos dos aprimoramentos foram realizados a partir das sugestões dos cursistas da 1ª edição.

As inscrições irão até 30/07/2014.

Curso Oficinas Virtuais Currículo+: 1ª Edição

Formulário de Inscrição

Regulamento
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/142/regulamento_oficinas_virtuais_curriculo_1ed_vfinal.pdf

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Colega educador,

Não perca a oportunidade de participar do Novo Curso de Formação de Professores para implementação do Currículo+

Confira os depoimentos de professores que já estão implementando a plataforma e detalhes sobre o Curso “Oficinas Virtuais Currículo+”

Olá Educador Paulista,

Vem aí o novo curso de formação de professores para implementação do Currículo+, a mais nova plataforma online da Secretaria da Educação voltada para disponibilização de sugestões de conteúdos digitais de aprendizagem articulados com o Currículo oficial do Estado de São Paulo (www.curriculomais.educacao.sp.gov.br)

O período de inscrição para o curso “Oficinas Virtuais Currículo+” será de 18 a 30 de julho de 2014.  Para efetuar a sua inscrição visite a página do curso no site da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores (EFAP) no período indicado acima (http://www.escoladeformacao.sp.gov.br/curriculomais). Quem participou do 1º curso “Currículo+ em Ação” também pode usufruir dessa nova oportunidade.

Este novo curso do projeto Currículo+, com carga horária de 30 horas espaçadas ao longo de 6 semanas (agosto-setembro), será aberto para todos profissionais do Quadro do Magistério.

Para conhecer o Currículo+, ver depoimentos de professores que já estão implementando a plataforma e detalhes sobre o curso “Oficinas Virtuais Currículo+”, não deixe de assistir agora o novo vídeo do projeto. (http://youtu.be/ZtaHmQSYkKM)

Devido à legislação que rege a atividade publicitária para o período eleitoral do ano de 2014 (Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997), a Secretaria da Educação não veiculará nenhuma peça de divulgação a respeito dessa iniciativa a partir do dia 5 de julho.  Neste mesmo sentido, o link do vídeo acima será retirado do ar no mesmo dia.

Caso você conheça alguém que possa se interessar na iniciativa, encaminhe este email agora mesmo para que ele também possa ter acesso ao vídeo.

Atenciosamente,
Olavo Nogueira


Equipe Currículo+


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CURRÍCULO+
Chegamos ao Final da 1ª Edição do Curso Currículo+ em Ação
Parabéns à Equipe Currículo+ e a todos das Diretorias de Ensino, Unidades Escolares e demais colegas aqui da SEE/SP pelo envolvimento, pelo comprometimento nas ações deste importante recurso pedagógico complementar articulado com o Currículo do Estado de São Paulo.
Com certeza eu darei continuidade ao trabalho que eu já realizo desde o início das nossas conversas/reuniões, aqui na SEE/SP, sobre o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades, que envolve além do Currículo+, também, a Plataforma Professor 2.0 e EVESP.
Desde o início do Programa discutimos/analisamos com os colegas educadores as concepções do Currículo+, seus objetivos, sua estrutura... A premissa desse projeto: “Sugestões de conteúdo digital como recurso pedagógico complementar, articulado com o Currículo do Estado de São Paulo”.
Eu acredito neste trabalho! Há mais de dez anos eu já sonhava com este tipo de apoio pedagógico complementar e que ele fosse um dia disponibilizado aos colegas da Rede Estadual de Ensino. Hoje é uma realidade. Eu fico contente e orgulhoso em fazer parte da Equipe Currículo+!

Prof. Vanderley AC


CURRÍCULO+

REDE CONVERSANDO COM A REDE
Vídeos produzidos por professores da Rede Estadual de São Paulo
Veja o depoimento de quem já está utilizando o Currículo+ na prática!
http://curriculomais.educacao.sp.gov.br/conversando-com-a-rede/


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IV Videoconferência da SEE/SP sobre o "Dia Nacional da Matemática - 06 de maio"
Tema deste ano: "Narrativas Matemáticas"
Rede do Saber - EFAP - SEE/SP - São Paulo - SP
Dia 06 de maio de 2014

2014

2013

2012

2011
Divulgar a Matemática como área de conhecimento; Sua história; Suas aplicações no mundo; Sua ligação com outras áreas de conhecimento; e Derrubar o mito de que aprender Matemática é difícil e privilégio de poucos.

O Dia Nacional da Matemática é comemorado no dia 6 de maio em homenagem ao dia de nascimento de Malba Tahan.

Foi instituído pelo projeto de Lei n. 3.482/2004, de autoria da deputada professora Raquel Teixeira.

O Prof. Júlio César de Melo e Souza que usou o heterônimo: Malba Tahan,

Nasceu em 06 de maio de 1895 no Rio de Janeiro – RJ

Morreu em 18 de junho de 1974 em Recife – PE, aos 79 anos.

Malba Tahan lecionou:
·         Arte de Contar História
·         Folclore
·         História
·         Geografia
·         Física
·         Matemática
·         Didática da Matemática
·         Didática Geral
·         Literatura Infantil

Malba Tahan foi autor e escritor de mais de 100 livros sobre:
·         Didática da Matemática
·         História da Matemática
·         Matemática Recreativa
·         Literatura Infanto-juvenil

Suas histórias têm foco em aventuras misteriosas, com beduínos, xeiques, magos, sultões e princesas.

Dois livros conhecidos de Malba Tahan sobre a Matemática:
·         O Homem que Calculava
·         Matemática Divertida e Curiosa

Malba Tahan (Júlio César de Mello e Souza)
Júlio César de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro no dia 6 de Maio de 1895. Passou sua infância na cidade de Queluz (SP). Teve oito irmãos. Seguiu o ensino fundamental e médio nos colégios Militar e Pedro II no Rio de Janeiro. Formou-se como professor pela Escola Normal e depois engenheiro pela Escola Nacional de Engenharia. Lecionou em diversos estabelecimentos como o Colégio Pedro II, a Escola Normal e na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Casou-se com Nair Marques da Costa com quem teve três filhos: Rubens Sergio, Sonia Maria e Ivan Gil. Como Julio César de Mello e Souza, escreveu alguns livros didáticos de matemática e o Dicionário Curioso e Recreativo da Matemática. Criou para si o pseudônimo Malba Tahan, através do qual publicou inúmeras obras entre as quais se destaca “O Homem que Calculava”. Durante muitos anos o público acreditou que Julio Cesar e Malba Tahan fossem duas pessoas diferentes. Julio Cesar faleceu em Recife no dia 18 de Junho de 1974 vítima de um ataque cardíaco.


Mensagem (06 de maio de 2014) de Ubiratan D’Ambrosio
à SBEM – Sociedade Brasileira de Educação Matemática
referente ao Dia Nacional da Matemática
Confira a mensagem através do link:
http://www.sbembrasil.org.br/files/diamatematica.pdf

Prof. Dr. Ubiratan D’Ambrosio
Possui graduação em Matemática pela Universidade de São Paulo (1955) e doutorado em Matemática pela Universidade de São Paulo (1963). É Professor Emérito da Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP. Atualmente é Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Bandeirante de São Paulo/UNIBAN. É também Professor Credenciado dos Programas de Pós-Graduação em História da Ciência da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em Educação Faculdade de Educação/FE da Universidade de São Paulo/USP e em Educação Matemática do Instituto de Geociências e Ciências Exatas/IGCE da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/UNESP-Rio Claro. Tem atuado principalmente nos seguintes temas: História e Filosofia da Matemática, História e Filosofia das Ciências, Etnomatemática, Etnociência, Educação Matemática e Estudos Transdisciplinares.





Transformar 2014
Hotel Sheraton - Av. Nações Unidas, 12559
Brooklin Novo - São Paulo - SP
Dia 28 de abril de 2014

www.transformareducacao.org.br
Transformar 2014 apresenta inovações para resolver problemas reais da educação.
Em 28 de abril, dia mundial da educação, o Transformar 2014 reuniu em São Paulo experiências inovadoras nacionais e internacionais que estão promovendo a personalização, o engajamento e a equidade para os alunos e reduzindo as desigualdades na educação. Cerca de 800 pessoas compareceram ao evento, que teve a transmissão ao vivo feita pelo site do canal Futura. Realizado por Fundação Lemann, Inspirare/Porvir e Instituto Península, o objetivo do evento é debater propostas para levar a educação brasileira para o século 21.
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1ª Videoconferência de Trabalho Currículo+ (SEE/SP)
Alinhamento das ações 2014
08 de abril de 2014
Olavo Nogueira Batista Filho, Vanderley Aparecido Cornatione, Renata Rossi Fiorim Siqueira e Liliane Pereira da Siva Costa.

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1º Grande Encontro CGEB/SEE-SP 2014 com as Diretorias de Ensino
Serra Negra / SP – 18 a 20 de março de 2014
Plano de Formação e Acompanhamento D.E./U.E.
Tema 1: Avaliação, Recuperação e Reforço
Tema 2: Alfabetização
Tema 3: Educação Integral
Tema 4: Educação Inclusiva - Equidade e Igualdade
Tema 5: Reorganização dos Ciclos
Tema 6: Pacto do Ensino Médio, MGME, Pacto dos Anos Iniciais
Tema 7: Currículo


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PROGRAMA NOVAS TECNOLOGIAS NOVAS POSSIBILIDADES
MARÇO/2014

CURRÍCULO+ (Vídeo: Conheça o Currículo+ / Pré-inscrições / Regulamento / Videoconferência de 10/02/2014 / Site / Equipe)

"Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades"

Seja você também um agente de transformação digital. Seja Currículo+

CURRÍCULO+ (Vídeo: Conheça o Currículo+)

CURRÍCULO+ (Pré-inscrições)

CURRÍCULO+ (Regulamento)

CURRÍCULO+ (Videoconferência de 10/02/2014)

CURRÍCULO+ (Site)

CURRÍCULO+ (Equipe)



Programa Novas Tecnologias, Novas Possibilidades

Professor 2.0
Com o objetivo de criar uma rede de colaboração entre os profissionais da educação, a Plataforma Colaborativa Professor 2.0 , ambiente onde profissionais da rede da educação do estado de São Paulo poderão encontrar Práticas Pedagógicas, se comunicar com seus pares de forma rápida e eficaz.
A Plataforma Colaborativa Professor 2.0 é formada por Comunidades, isto é, os usuários poderão associar seu perfil a colegas com objetivo comum na produção e divulgação de conhecimentos produzidos na rede, além de ser uma rede de apoio, onde será possível aprender com os colegas novas metodologias.

Currículo+
O Projeto Currículo+, iniciativa integrante do Programa Novas Tecnologias – Novas Possibilidades da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo desdobra-se a partir da disponibilização de uma plataforma de sugestões de conteúdo digital (vídeos, animações, jogos digitais, simuladores, infográficos e áudios) como recurso pedagógico complementar, selecionados segundo o Currículo do Estado de São Paulo por meio de um processo contínuo de construção coletiva com educadores da Rede.
REDE CONVERSANDO COM A REDE
Vídeos produzidos por professores da Rede Estadual de São Paulo
Veja o depoimento de quem já está utilizando o Currículo+ na prática!

EVESP – Escola Virtual de Programas Educacionais do Estado de São Paulo
A Escola Virtual de Programas Educacionais do Estado de São Paulo (EVESP) foi criada, no âmbito da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, pelo Decreto n° 57.011, de 23 de maio de 2011, com a finalidade de oferecer programas educacionais regulares, especiais e de capacitação em situações que requeiram atendimentos a necessidades de grupos específicos da população.
Sob a supervisão pedagógica da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB), desenvolve programas e cursos de acordo com as diretrizes curriculares nacionais e as deliberações do Conselho Estadual de Educação.
Legislação

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Workshop Microsoft “21 Passos para a Aprendizagem do Século XXI”
Hotel Sheraton - Av. Nações Unidas, 12559
Brooklin Novo - São Paulo - SP
Dias 02 e 03 de dezembro de 2013


Bruce Dixon
O pesquisador Bruce Dixon, da Anytime Learning Foundation, da Austrália, foi um dos palestrantes do workshop. Bruce é educador há mais de 30 anos e atua como consultor estratégico para os Ministérios da Educação dos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Europa e Ásia. Ele compartilhou suas experiências e orientou os profissionais sobre como planejar a implementação de novas tecnologias nas escolas.

03/12/13

Workshop reúne profissionais da Educação para discutir uso da tecnologia nas escolas

“21 Passos para a Aprendizagem do Século XXI”

http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/workshop-reune-profissionais-da-educacao-e-especialistas-para-discutir-uso-da-tecnologia-nas-escolas

O secretário-adjunto da Educação, Fernando Padula, participou do evento internacional

Workshop sobre tecnologia reúne profissionais da Educação

O uso da tecnologia em sala de aula foi o centro das discussões no workshop “21 passos para o aprendizado”, promovido pela Microsoft. O evento reuniu profissionais da Secretaria da Educação e especialistas no segmento para debater a temática ao longo desta segunda (2) e terça-feira (3).


Incorporar o uso da linguagem digital aos métodos de ensino é uma prática da Pasta. Atualmente, 3723 unidades da rede estadual contam com o programa Acessa Escola e diversos cursos online são oferecidos por meio da Escola Virtual de Programas Educacionais (Evesp).

O secretário-adjunto da Educação, Fernando Padula Novaes, participou da abertura do workshop e ressaltou outras iniciativas. “A Secretaria da Educação vem adotando uma série de medidas no uso da tecnologia. Recentemente, firmamos duas parcerias, uma com o Google e outra com a Microsoft”.

O pesquisador Bruce Dixon, da Anytime Learning Foundation, da Austrália, foi um dos palestrantes do workshop. Bruce é educador há mais de 30 anos e atua como consultor estratégico para os Ministérios da Educação dos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Europa e Ásia. Ele compartilhou suas experiências e orientou os profissionais sobre como planejar a implementação de novas tecnologias nas escolas.

“Hoje, é provavelmente o momento mais animador para estar nas escolas, com tantas oportunidades sendo oferecidas para os jovens. A vida deles é cercada por tecnologia, eles vivem em um mundo digital, e é importante trazer isso para o ensino, pois dentro da escola existem muitas oportunidades para que eles tenham acesso a essa tecnologia”, disse Bruce.

Parceria com a Microsoft
Em 2014, cerca de 4,3 milhões de alunos da rede estadual de ensino paulista obterão acesso aos programas do Office 365, da Microsoft. A Educação não terá nenhum custo e a ação é articulada aos projetos tecnológicos já consolidados, como o Acessa Escola - programa pioneiro de inclusão digital e de acesso livre à internet nas unidades escolares de todo Estado - e a Escola Virtual do Estado de São Paulo (Evesp).

Parceria com o Google
A parceria entre a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e o Google, levará a todos os alunos e professores da rede estadual aplicativos e ferramentas inovadoras. Um canal de transmissão (hangout) será disponibilizado para as mais de 5 mil escolas possibilitando a interação em tempo real entre estudantes e professores, além da criação de grupos por disciplina ou área de interesse. 

Profissionais da Secretaria da Educação participaram do workshop "21 passos para o aprendizado" e discutiram o uso de novas tecnologias na sala aula.

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III Workshop de Matemática da SEE/SP “Educação Matemática em Foco”
EFAP - Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores
Dias 05 e 06 de novembro de 2013
Encontro dos PCNP de Matemática dos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio do Estado de São Paulo
O evento tem como objetivo o encerramento das ações da Equipe Curricular de Matemática, da Secretaria de Estado da Educação, socializando as ações curriculares realizadas pelas Diretorias de Ensino, junto às Unidades Escolares, e fomentando um espaço de estudo, pesquisa, reflexão e socialização do conhecimento.
Conferência das Ações Temáticas da Área de Matemática
Apresentação, discussão e reflexão das ações de formação a partir das demandas advindas da CGEB, subsidiando o planejamento das ações para 2014.

A Equipe Curricular de Matemática agradece a todos os colegas da nossa SEE/SP que participaram/contribuíram para a realização do nosso III Workshop de Matemática da SEE/SP - "Educação Matemática em Foco" (05 e 06 de novembro de 2013).

Em especial a nossa Coordenadora da CGEB, Professora Maria Elizabete da Costa, que participou da abertura do evento e aos PCNP e Especialistas em Matemática.

- Os colegas, PCNP de Matemática, apresentaram as ações/projetos/programas acompanhados/desenvolvidos nas Diretorias de Ensino e Unidades Escolares.
Foram apresentadas/discutidas: Potencialidades / Fragilidades / Sugestões para o Planejamento 2014 destas ações/projetos/programas.

- Conferência de abertura: José Ruy Giovanni Júnior e Antonio José Lopes (Bigode).
Tema: A transição das competências e habilidades no ensino da Matemática dos anos iniciais para os anos finais do Ensino Fundamental.

- Mesa redonda com os autores do nosso Currículo e Cadernos do Professor/Aluno: Nilson José Machado, Roberto Perides Moisés, Walter Spinelli, José Luiz Pastore Mello e Carlos Eduardo de Souza Campos Granja.
Tema: A transição das competências e habilidades no ensino da Matemática dos anos Finais do Ensino Fundamental para o Ensino Médio.

- Palestra: Sandra Magina.
Tema: Teoria dos Campos Conceituais.

- Participação: Professora Maria de Lourdes Rocha e demais colegas de outros Centros da nossa SEE/SP. Também os nossos parceiros da OBMEP e CAEM/IME/USP.

- Equipe Curricular de Matemática: Carlos Tadeu da Graça Barros, Ivan Castilho, João dos Santos, Otávio Yoshio Yamanaka, Rodrigo Soares de Sá, Rosana Jorge Monteiro, Sandra Maira Zen Zacarias e Vanderley Aparecido Cornatione.

III Workshop de Matemática da SEE/SP - "Educação Matemática em Foco" (05 e 06 de novembro de 2013)
O evento tem como objetivo o encerramento das ações da Equipe Curricular de Matemática, da Secretaria de Estado da Educação, socializando as ações curriculares realizadas pelas Diretorias de Ensino, junto às Unidad­es Escolares, e fomentando um espaço de estudo, pesquisa, reflexão e socialização do conhecimento.
Apresentação, discussão e reflexão das ações de formação a partir das demandas advindas da CGEB, subsidiando o planejamento das ações para 2014.

Confiram a divulgação do nosso evento no Portal da SEE/SP
Workshop de Matemática reúne professores da disciplina de todo o Estado
Encontro socializa boas práticas e fomenta espaço de estudo, pesquisa e reflexão

Confiram a divulgação do nosso evento no Intranet - Espaço do Servidor
O evento tem como objetivo o encerramento das ações da Equipe Curricular de Matemática, da Secretaria de Estado da Educação, socializando as ações curriculares realizadas pelas Diretorias de Ensino, junto às Unidades Escolares, e fomentando um espaço de estudo, pesquisa, reflexão e socialização do conhecimento. Apresentação, discussão e reflexão das ações de formação a partir das demandas advindas da CGEB, subsidiando o planejamento das ações para 2014.


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Orientação Técnica: Currículo+ (Conteúdo digital relacionado ao Currículo)
EFAP - Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores
Dias 23 e 24 de setembro de 2013
Ambiente virtual que disponibiliza sugestões de materiais de apoio em formato digital, selecionados segundo o Currículo do Estado de São Paulo por meio de um processo contínuo de construção coletiva entre os educadores da Rede.
Objetivos do Projeto
- Oferecer ao professor recursos pedagógicos adicionais para a sua aula;
- Tornar o processo de ensino e de aprendizagem em sala de aula mais diversificado e dinâmico;
- Oferecer ao aluno conteúdo digital para reforçar ou complementar seus estudos.
#Programa: Novas Tecnologias, Novas Possibilidades
Currículo+ (Conteúdo digital relacionado ao Currículo)
EVESP (Diversificação e ampliação curricular)
Professor 2.0 (Ambiente para troca de práticas pedagógicas)
Herman Jacobus Cornelis Voorwald
Secretário da Educação do Estado de São Paulo
Natural de Rio Claro, interior paulista, foi reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de janeiro de 2009 a dezembro de 2012, professor titular do departamento de materiais e tecnologia da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (FEG) da Unesp desde 1996 e membro do Conselho Superior da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e da Associação Brasileira de Ciências Mecânicas. Herman Voorwald foi também vice-reitor e assessor-chefe de Planejamento e Orçamento da Unesp no quadriênio 2005-2009. É formado em engenharia mecânica pela Unesp, mestre em engenharia mecânica pelo ITA e doutor em engenharia mecânica pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em 1988. Neste ano, concluiu também um pós-doutorado na Bélgica.
Maria Elizabete da Costa
Coordenadora da CGEB – Coordenadoria de Gestão da Educação Básica
Silvia Galleta
Coordenadora da EFAP – Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores

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Seminário Centralizado - Língua Portuguesa, Matemática e Gestão

Programa "Melhor Gestão, Melhor Ensino" da SEE/SP

Serra Negra / SP – 02 a 05 de setembro de 2013

Maria Elisabette Brisola Brito Prado

É docente do programa de Pós-graduação em Educação Matemática da Uniban; pesquisadora do Núcleo de Informática na Educação – NIED, da Unicamp, pesquisadora convidada da PUC-SP e membro da Equipe de Formação Brasil do Projeto UCA-MEC.



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Programa Cultura é Currículo
"O Cinema vai à Escola"
Orientação Técnica - 2013
SESC Consolação - São Paulo / SP - 23 de maio de 2013

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Currículo de Matemática do Estado de SP.
Matemática e suas Tecnologias 2010
Coordenador de área: Nílson José Machado
Matemática: Nílson José Machado, Carlos Eduardo
de Souza Campos Granja, José Luiz Pastore Mello,
Roberto Perides Moisés (foto acima), Rogério Ferreira da Fonseca,
Ruy César Pietropaolo e Walter Spinelli

Programa "Melhor Gestão, Melhor Ensino" da SEE/SP
Águas de Lindoia / SP – 01 a 04 de abril de 2013

Um conjunto de ações voltadas ao aprimoramento de 65 mil educadores, que beneficiará cerca de 1,7 milhão de alunos entre o 6º e o 9º ano do Ensino Fundamental. Esse é o programa Melhor Gestão, Melhor Ensino, lançado pelo governador Geraldo Alckmin e pelo secretário da Educação, Herman Voorwald, na última terça-feira (02/04/2013).

O evento de lançamento aconteceu simultaneamente na Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores (EFAP), em São Paulo, e em Águas de Lindoia, onde um grupo de educadores já participava da primeira etapa do aprimoramento oferecido pelo programa.

Na ocasião, o governador Geraldo Alckmin falou sobre o foco nas ações voltadas para a etapa final do Ensino Fundamental. “Nós estamos reforçando ainda mais o segundo ciclo do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano, pois esse é o grande desafio da educação”, afirmou.


Programa "Melhor Gestão, Melhor Ensino"
A ação de formação continuada "Melhor Gestão, Melhor Ensino" é parte integrante do Programa “Educação – Compromisso de São Paulo” e dá continuidade às atividades de formação desenvolvidas pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, com a finalidade de aperfeiçoar a prática dos gestores e dos professores do Ensino Fundamental Anos Finais das unidades escolares, como mais uma das vertentes voltadas à melhoria da educação do Estado de São Paulo.
Esta ação é composta por cursos voltados à: formação dos formadores; formação dos gestores escolares responsáveis pelo Ensino Fundamental Anos Finais; e à formação dos professores em classes de Língua Portuguesa e de Matemática do Ensino Fundamental Anos Finais.

Objetivo:
- Potencializar a ação docente;
- Articular os conteúdos das diferentes áreas de conhecimento;
- Aprimorar a competência leitora e escritora dos alunos dos anos finais do Ensino Fundamental.



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V Jornada de Matemática da SEE/SP
Gravado no Teatro da TV Cultura (07/12/2012)
Exibido na TV Cultura no dia 22/12/2012 às 13h00
Astronauta Marcos Pontes (convidado especial)
Marcos César Pontes (Bauru, 11 de março de 1963) é um tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB), atualmente na reserva. Foi o primeiro cosmonauta brasileiro, o primeiro sul-americano e o primeiro lusófono a ir ao espaço, na missão batizada “Missão Centenário”, em referência à comemoração dos cem anos do voo de Santos Dumont no avião 14 Bis, realizado em 1906. Em 30 de março de 2006, partiu em direção à Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo da nave russa Soyuz TMA-8, com oito experimentos científicos brasileiros para execução em ambiente de microgravidade. Retornou no dia 8 de abril a bordo da nave Soyuz TMA-7.



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V Jornada de Matemática da SEE/SP
Gravado no Teatro da TV Cultura (07/12/2012)
Exibido na TV Cultura no dia 22/12/2012 às 13h00
Fabiano Augusto Fossa de Araújo Pinto (apresentador)

Fabiano Augusto Fossa de Araújo Pinto (São Paulo, 25 de junho de 1975) é um ator brasileiro; já participou de mais de 200 comerciais. No teatro esteve em Filme Triste, Píramo e Tisbe, Avoar e O Homem das Galochas. Em 2000 com o espetáculo Pirata da Linha e recebeu o Prêmio Panamco de Melhor Ator. Já na TV apresentou Intimação, na Rede Vida, Turma da Cultura, e RG na Cultura. Ator e radialista, Augusto foi animador de festa, office-boy e vendeu livros para pagar a faculdade, mesmo depois da estreia em anúncios de TV, aos 15 anos, num filme do McDonald’s. Na carreira, já montou Shakespeare no teatro enquanto promovia de carros a refrigerantes na televisão e dividia o tempo como repórter do programa “Turma da Cultura”, e depois no RG na época apresentado por Soninha, na Cultura. Até 2003, ele apresenta um programa de auditório transmitido pela Rede Vida. Tornou-se famoso nacionalmente por ser garoto propaganda das Casas Bahia, ao aparecer em mais de 200 comerciais e usar o bordão “Quer pagar quanto?”.



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Projeto EMAI – Educação Matemática nos Anos Iniciais

SEE/SP – 2012

Profª Drª Célia Maria Carolino Pires

Concluiu Mestrado em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1982) e Doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (1995). Atuou como docente em Matemática na Educação Básica e como diretora de escola e supervisora de ensino na rede pública do Estado de São Paulo. Desde 1980, atua no Ensino Superior. É Professora Titular do Departamento de Matemática e Professora do Programa de Estudos Pós Graduados em Educação Matemática. Desenvolve projetos de pesquisa sobre inovações curriculares na Educação Básica e formação de Professores de Matemática. É líder do grupo de pesquisa "Desenvolvimento Curricular em Matemática e Formação de Professores". Participou como elaboradora e coordenadora da equipe de elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ministério da Educação, para o Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos. Recebeu o título de Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito Educativo, Ministério da Educação do Brasil (2002). Recebeu o Prêmio Jabuti, de melhor livro didático da Câmara Brasileira do Livro (1994) e o Prêmio Capes de Teses da Área de Ensino de Ciências e Matemática, como orientadora de tese de doutorado (2006). Foi presidente da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (2001/2004) e Presidente da Federação Iberoamericana de Educação Matemática (2003/2004). Foi coordenadora do Curso de Licenciatura em Matemática da PUC/SP (2005/2007). Organizou e coordenou cursos em Programas de Formação de Professores na rede pública de São Paulo. Em 2007/2008 coordenou o Programa de Orientações Curriculares da rede municipal de São Paulo. Foi Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Educação Matemática da PUC/SP no 2o. semestre de 2009. Concebeu e coordenou o Programa de Formação de Formação de Professores em Educação Matemática Profemat. Em 2009/2010 coordenou a elaboração o material da SMESP - Cadernos e Vídeos de apoio e Aprendizagem, realizado junto com a Fundação Padre Anchieta.



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II Workshop de Matemática da SEE/SP “Discutindo o Currículo”

USP/SP – 07 e 08/11/2012

Prof. Ms. Antonio José Lopes (Bigode)

Licenciado em Matemática pelo Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo - IME-USP (1993); Mestre em Didática das Ciências e das Matemáticas pela Universidad Autónoma de Barcelona – UAB (2000). Autor das coleções Matemática do Cotidiano & suas Conexões (prêmio Jabuti de 2006) e Matemática Hoje é Feita Assim, Ed. FTD. Autor e apresentador da série Matemática em Toda Parte, de divulgação científica e popularização da Matemática da TV Escola MEC/UNESCO. Produção e investigação nas áreas, subáreas e tópicos: Didática da Matemática, Ensino de Geometria, Ensino de Álgebra, Matemática Discreta, Resolução de Problemas, Análise de Erros e Escrita no Ensino-Aprendizagem da Matemática.



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II Workshop de Matemática da SEE/SP “Discutindo o Currículo”

USP/SP – 07 e 08/11/2012

Prof. Dr. Luís Carlos de Menezes

Bacharel em Física (USP-1967), Mestre em Física (EUA -1971), Doutor em Física (RFA-1974), Professor do Instituto de Física na Universidade de São Paulo e orientador do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências. Atua e publica em temas de Educação e formação de professores. É membro do Conselho Técnico Científico da CAPES para Educação Básica, membro da equipe da UNESCO do Projeto de Currículos Integrados no Ensino Médio e, atualmente, articulista da revista Nova Escola.



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II Workshop de Matemática da SEE/SP “Discutindo o Currículo”

USP/SP – 07 e 08/11/2012

Prof. Ms. José Luiz Pastore Mello

Graduado em Economia pela Faculdade de Economia e Administração (FEA-USP/1991), graduado em Matemática pelo Instituto de Matemática e Estatística (IME-USP/1999) e Mestre em Ensino de Ciências e Matemática pela Faculdade de Educação (FE-USP/2004). Atualmente é professor de Matemática – Colégio Santa Cruz. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em ensino, material didático, formação de professores, projetos e modelagem.



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II Workshop de Matemática da SEE/SP “Discutindo o Currículo”

USP/SP – 07 e 08/11/2012

Profª Drª Cristina Cerri

Cursou Licenciatura em Matemática pela Universidade de São Paulo (1980). Fez mestrado em Matemática pela Universidade de São Paulo (1985). Seu doutorado em Matemática foi tipo sanduíche: pela Universidade de São Paulo e University of New Mexico (EUA) (1993), na área de Álgebra de Operadores. Desde 1983 é docente da Universidade de São Paulo. Além da atuação na área específica tem trabalhado com formação inicial e continuada de professores. Desde maio de 2011 é Diretora do CAEM - Centro de Aperfeiçoamento do Ensino de Matemática do IME-USP. Tem se dedicado a temas relacionados com o ensino de matemática e o ensino a distância, mediado por computador.



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Educação Escolar Indígena

III Encontro da SEE/SP sobre Educação Indígena

Serra Negra / SP – 29, 30 e 31 de outubro e 1º de novembro de 2012

Oficina: “Matrizes Indígenas e Intercultura na Contemporaneidade”



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Uma Equipe que Aprende para Ensinar

Serra Negra / SP – 27/10/2010

Escritor Pedro Bandeira

Pedro Bandeira de Luna Filho (Santos, 9 de março de 1942) é um escritor brasileiro de livros infanto-juvenis. Recebeu vários prêmios, como o Prêmio APCA, da Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, entre outros [1].

Pedro Bandeira é o autor de literatura juvenil mais vendido no Brasil (vinte milhões de exemplares até 2006) e, como especialista em letramento e técnicas especiais de leitura, profere conferências para professores em todo o país. É autor de setenta e sete livros publicados, entre eles títulos consagrados como a série Os Karas[2], A marca de uma lágrima, Agora estou sozinha…, A hora da verdade e Prova de Fogo.



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Instituto Ayrton Senna (21/10/2010)

Programa SuperAção Jovem

O SuperAção leva às escolas, ONGs, aos centros esportivos e culturais uma nova maneira de educar, em que adultos e adolescentes criam juntos oportunidades de os jovens desenvolverem autonomia, solidariedade e competências para a vida.

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CEQV / SEE - Publicação de 15/08/2013


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Narrativas digitais na escola
Uma experiência que pode ser fantástica

“Por que contar histórias? Histórias são o que o homem faz para dar sentido ao mundo.” (Joe Lambert)

       













O que em inglês se denomina Digital Storytelling, no Brasil estamos chamando de narrativa digital. Em sua essência trata-se de fazer uso de tecnologias digitais para contar estórias ou histórias.
Contar e ouvir histórias sempre fez parte da história da humanidade. Provavelmente aquele que chamamos de homem “pré-histórico” assentava-se ao redor de fogueiras e contava histórias, narrava fatos do seu cotidiano, relatava suas aventuras. No linguajar bem mineiro, “contava causos”.













Antes mesmo de escrever, o homem contou histórias usando figuras, as famosas pinturas rupestres que encontramos em cavernas em muitas partes do mundo. Deixou registrados fatos do seu dia-a-dia, como a caça, nos mostrou animais com os quais convivia. Desde então, mais de 20.000 anos atrás, contar histórias é uma das nossas formas mais fundamentais de comunicação.
Crescemos com nossos pais nos contando histórias. Depois, pais, contamos histórias para nossos filhos, embalando seu sono.
Contar histórias é uma característica universal de cada país e de cada cultura, como reconhecem os antropólogos, ainda que, ao longo de boa parte do século 20, a narração tenha perdido um pouco de sua importância, tenha merecido menor respeito, como afirma Steve Denning, em artigo sobre a ciência de contar histórias que foi publicado na revista Forbes.
Para Denning, o contar histórias teve uma espécie de eclipse no século passado, quando as narrativas eram vistas como sendo tanto infantis quanto triviais.
No seu artigo Denning faz referência ao livro “On the Origin of Stories: Evolution, Cognition, and Fiction” de Brian Boyd, que busca explicar a razão pela qual a aparentemente frívola atividade de contar histórias é tão poderosa. Boyd ajuda a entender o contar histórias como algo central na inovação, uma dimensão da performance crítica nas organizações no século XXI: histórias são uma espécie de jogo cognitivo, um estímulo e um treinamento para a mente viva.
Todos nós gostamos de ouvir uma boa história. Mas nosso cérebro reage de forma diferente às narrativas.












As pesquisas em Neurobiologia revelam que, quando ouvimos alguém que usa uma apresentação gerada no PowerPoint, ativamos as áreas de Broca e de Wernicke do nosso cérebro.
Mas quando nos contam uma história, as coisas no nosso cérebro mudam drasticamente. Como revelam as pesquisas, não são apenas as áreas de processamento da linguagem em nosso cérebro que são ativadas quando ouvimos histórias. Outras áreas em nosso cérebro serão ativadas enquanto lidamos com os eventos da história. Por exemplo, se o contador de histórias fala de uma comida gostosa, nosso córtex sensitivo como que acende. Se o contador de histórias fala as palavras “lavanda” ou “sabão” nossa área do cérebro que lida com odores será ativada.
O cérebro, pelo que parece, não faz muita distinção entre ouvir o relato de uma experiência e encontrá-la na vida real. Nesses casos, as mesmas regiões neurológicas são estimuladas. Mas o essencial é que somos afetados por ambos.
Há muito tempo se reconhece que ler uma boa literatura nos faz melhores como seres humanos. A neurociência vem revelando que essa afirmação é mais verdadeira do que poderíamos imaginar. Ouvir histórias também faz bem, como ler.












A proposta da narrativa digital é combinar a antiga arte de contar histórias com recursos das chamadas tecnologias digitais de informação e comunicação. As narrativas são elaboradas na perspectiva de linguagens múltiplas, lançado mão de recursos de multimídia [texto, fotografia, vídeo, áudio, gráfico]. É possível ainda a narração, que deve ser gravada pelo contador de estórias. Prontas, as narrativas são publicadas na internet e tornam-se acessíveis a muitos.
Se na narrativa tradicional a forma de comunicação é praticamente apenas a fala do contador de histórias, as histórias digitais são contadas com recursos das linguagens múltiplas, criadas em computador e colocadas na internet.
As histórias digitais podem variar em tamanho. Porém, na sua maioria, as histórias utilizadas na educação geralmente duram algo entre 2 e 10 minutos. Com esse tempo consideramos o chamado ciclo de atenção, que, segundo alguns pesquisadores, nos adultos é de 15 a 20 minutos e nas crianças atuais parece ser menor, particularmente quando se trata de aprendizagem visual ou oral. Há quem afirme que o ciclo de atenção [em inglês, attention span] das crianças hoje em dia seria da ordem de apenas 8 minutos. Há quem responsabilize, ou culpe, a televisão e a internet por essa significativa redução.
Na narrativa digital aplicada à educação, temos relatos de eventos históricos, histórias de vida – pessoal, da comunidade escolar ou do entorno dela. O essencial é que seja sempre algo que tenha significado para o aluno.
Apesar de seu atual destaque, a narração digital não é uma prática nova. Um dos pioneiros nessa, podemos dizer, arte é Joe Lambert, cofundador do Center for Digital Storytelling (CDS), organização sem fins lucrativos, hoje localizada em Berkeley, Califórnia, nos Estados Unidos.
A proposta do CDS, desde a sua criação – como San Francisco Digital Media Center – em 1994, foi de apoio a jovens e adultos na criação e no compartilhamento de narrativas pessoais, lançando mão da combinação de escrita reflexiva com mídias digitais.
















No início de seu livro “Digital Storytelling: capturing lives, creating commitment”, Joe Lambert coloca uma questão básica: “Por que contar histórias?”. E assim ele mesmo responde à questão que formula: Histórias são o que o homem faz para dar sentido ao mundo.
Um detalhe: Joe Lambert usa o termo stories. Na língua inglesa a distinção entre estória e história ainda parece persistir. A história é entendida como uma descrição narrativa objetiva de eventos passados​​, enquanto que a estória é uma descrição narrativa subjetiva, tanto de acontecimentos reais passados, quanto de pessoas imaginárias ou eventos.
Na língua portuguesa a palavra “estória” se referia aos contos, às fábulas, enfim, à ficção. Já a palavra “história” era utilizada para se fazer referência a fatos e atos da/sobre a humanidade, relativos à vida de uma pessoa. Atualmente, o termo “estória” parece cair em desuso; o termo “história” passa a ser utilizado em todos os sentidos. Nesse post usarei apenas a palavra história, a não ser quando a palavra “estória” for absolutamente necessária para algum esclarecimento.
E, continua Lambert, somos perpétuos contadores de histórias, revendo eventos na forma de cenas revividas, pepitas de contexto e caráter, ações que levam a realizações.
Outro pioneiro no campo das narrativas digitais foi Daniel Meadows, fotógrafo, autor e educador britânico. Ele definiu histórias digitais como sendo “contos multimídia, pessoais, breves, contados com o coração”. Também disse que as histórias digitais são “sonetos multimídia do povo”.
É interessante quando Joe Lambert, em seu livro “Digital Storytelling”, afirma que o cérebro que o leitor está usando para lê-lo, quando descreve sobre histórias (mantenho aqui a palavra que ele usa originalmente) e o contar de histórias, é muito diferente daquele cérebro usado se o leitor o ouvisse contar uma história.











Há muito tempo o contar histórias faz parte do ambiente escolar, notadamente no ensino infantil e nas séries iniciais. Hoje em dia, no campo da educação, professores e alunos, nas salas de aula dos anos iniciais até o ensino superior, incluindo a pós-graduação, estão usando narrativas digitais com diferentes propósitos, em diferentes áreas de conteúdo e através de uma grande variedade de níveis de escolaridade.
Não se trata apenas de professores contando histórias, como vem sendo o usual, lançando mão de recursos multimídia. Precisamos pensar na situação dos próprios alunos se tornarem contadores de histórias digitais, é isso o que devemos buscar.
Será, com certeza, uma experiência fantástica para os alunos. Autores, combinarão uma tradição da própria espécie humana, o contar histórias/estórias, com as tecnologias digitais, que tanto lhes atrai. Usando imagens que eles mesmo produzirem, é o ideal, ou buscadas na internet [o que exigirá a habilidade da busca e a competência para a escolha, bons exercícios], combinando as imagens em apresentações que podem ser transformadas em vídeos], associando o áudio, como narrativa oral ou uma agradável trilha musical [são muitos os sites onde encontrar, gratuitamente, músicas e efeitos sonoros], ou produzindo vídeos, os alunos poderão, com as narrativas digitais, contar histórias/estórias, mostrando  o que aprenderam, experiências que viveram. E, se carregarem as suas narrativas em sites como SlideShare, YouTube ou Vimeo, mostrarão tudo isso para o mundo.















Parece-me uma experiência saborosa. Será um tempo para o exercício da criatividade, um momento para a expressão da estética, deixando a imaginação dos alunos correr solta. Projetos de narrativas digitais estimularão os alunos a expressar-se visualmente, o que é uma habilidade diferente de escrever.
Talvez trazer as narrativas digitais para a sala de aula seja tarefa para um professor ousado; talvez basta querer ser um professor diferente.
Por que não começar a fazer isso logo?

Meus alunos de graduação (licenciatura) em Ciências Biológicas na PUC Minas estão fazendo suas narrativas digitais criando  apresentações no PowerPoint, que depois transformam em vídeo, utilizando o  Windows Movie Maker. Os vídeos são carregados no YouTube. Para facilitar o trabalho deles, um pequeno manual foi organizado.

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Entenda diferenças entre Pós, MBA, Mestrado, Mestrado Profissional e Doutorado
09/05/2014

Qual a diferença entre Pós e MBA?
Onde buscar os melhores cursos de especialização?
Posso fazer doutorado sem ter feito mestrado?
O que é mestrado profissional?
Tire suas dúvidas!

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Saiba como fazer artigo científico, TCC, monografia de pós, dissertação e tese
19/06/2014
Compilado traz modelos pré-formatados, orientações passo-a-passo e até videoaulas instrucionais produzidos por algumas das principais instituições do País, como a USP, UFRJ e UFRGS

Compilado traz modelos pré-formatados, orientações passo-a-passo e até videoaulas instrucionais produzidos por algumas das principais instituições do País, como a USP, UFRJ e UFRGS
A produção de trabalhos científicos, com qualidade e relevância, é um dos gargalos nas instituições
Ainda é um desafio para muitos estudantes brasileiros de graduação e pós-graduação dominar as técnicas de elaboração de um trabalho científico. A redação, com qualidade, de artigos e de estudos de conclusão de curso requer um amplo domínio da metodologia da escrita acadêmica.
Leia mais:
O fato é que nem sempre o aluno é bem orientado, ou por vezes, devido à falta de informações adequadas, o planejamento da pesquisa não é feito de forma produtiva. Tudo isso tende a impactar de forma direta na qualidade do material final produzido, que fica propenso a ser pouco inovador ou ter pouca relevância, por exemplo, em congressos ou periódicos científicos, tanto nacional quanto internacionalmente.
Segundo Zago (USP), metodologia científica ainda não é dominada por jovens pesquisadores
Esses são alguns dos aspectos que impedem o crescimento ainda maior da qualidade da produção científica das instituições de ensino do Brasil, incluindo até a principal do País, a Universidade de São Paulo (USP).
"A técnica não é dominada amplamente, em especial pelos pesquisadores principiantes e alunos de pós-graduação”, disse o então pró-reitor de pesquisa da USP Marco Antonio Zago, hoje reitor, em reunião com dirigentes da universidade durante evento acadêmico organizado na gestão anterior.
Para a busca da relevância, contudo, o primeiro passo é dominar a estrutura do trabalho científico, algo que requer atenção especial do estudante.
“Por definição, o trabalho de conclusão de curso é sempre a coisa mais difícil que o aluno precisa fazer. É o momento que ele tem que sair da zona de conforto e tentar criar algum tipo de originalidade acadêmica. O domínio da formatação do trabalho é fundamental”, fala o especialista em educação Claudio de Moura Castro, ex-diretor geral da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), agência federal de fomento responsável pela avaliação da produção científica dos programas de pós-graduação no país.
Confira outros guias produzidos pelo iG Educação:
Compilado
Assim, para facilitar o trajeto acadêmico do graduando ou do pós-graduando, o iG Educação resolveu fazer um compilado de materiais de orientação produzidos por algumas das principais universidades do País.
São guias instrucionais, modelos de trabalhos científicos pré-formatados, além de outras dicas e orientações envolvendo as técnicas e os procedimentos metodológicos que devem ser respeitados pelo estudante. Há ainda materiais extras em formado de videoaulas que podem ajudar ainda mais o aluno na elaboração do trabalho científico. 

Periodicamente o iG Educação publica guias instrucionais como estímulo à formação acadêmica

Confira, a seguir, o mapeamento de materiais produzidos por reconhecidas instituições de ensino do País. Todos eles seguem orientações padronizadas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

1. Orientações gerais sobre os mais diversos trabalhos científicos
Guia de normalização para referências e citações (Universidade Estadual de Campinas)
Normas para apresentação de trabalhos científicos (Universidade Federal do Paraná)
Manual de normalização (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri)

2. Artigo científico
Como elaborar um artigo científico? (Universidade Federal de Santa Catarina)

3. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e monografia de graduação ou de pós-graduação (especialização ou MBA)
Recomendações para elaboração da monografia (Universidade de São Paulo)
Manual para normalização de TCC (Instituto Federal de Educação do Triângulo Mineiro)
Modelo de projeto de monografia (Universidade do Vale do Itajaí)

4. Pré-projeto e projeto de pesquisa para seleção de cursos de pós-graduação
Como elaborar um projeto de pesquisa (Universidade de São Paulo)

5. Dissertação de mestrado
Diretrizes para apresentação de dissertações (Universidade de São Paulo)
Manual para dissertações (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

6. Tese de doutorado
Diretrizes para apresentação de teses (Universidade de São Paulo)
Como escrever uma tese e que ferramentas de software usar? (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Manual para teses (Universidade Federal do Rio de Janeiro)


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Reportagem da SEE – Dia Nacional da Poesia (14 de março)
14/03/12
Talentos da Rede Estadual se expressam no Dia Nacional da Poesia
Iniciativas culturais e de incentivo à leitura nas escolas da rede estadual de São Paulo estimulam talento de alunos e professores, como o poeta e aluno do Ensino Médio, Luiz Brener
. . . Mas não é só do talento de alunos que a poesia se faz viva na Rede Estadual. Um ótimo exemplo é o do professor Vanderley Aparecido, que mantém um blog com diversas obras literárias. O que torna seu hobbie único, é que ele leciona matemática, e usa a disciplina em seus textos. “Essa relação que tenho com os números me serviu de inspiração para escrever o que sinto, o que penso, o que desejo; com um vocabulário matemático simples, de fácil entendimento para todos, sejam matemáticos ou não. Consegui relacionar conceitos matemáticos com a beleza da mulher, com o que sinto”, explica Vanderley . . .

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Educação no Japão

Crianças no Japão ajudam a entregar o lanche e a manter a limpeza na escola.
Um excelente exemplo a ser seguido por todos nós educadores, pais e alunos!

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Boas práticas docentes no ensino da Matemática
Estudo da Fundação Victor Civita (FVC), realizada pela Fundação Cesgranrio com o apoio do Banco Itaú BBA e do Instituto Unibanco, levantou as práticas frequentes entre os docentes da disciplina.
AUTORIA: FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA | 2011
Qual é a fórmula para ser um bom professor de Matemática? É óbvio que não existe uma pronta e aprovada por unanimidade. Mas há pistas claras do que ela deve conter. Pesquisa da Fundação Victor Civita (FVC), realizada pela Fundação Cesgranrio com o apoio do Banco Itaú BBA e do Instituto Unibanco, levantou as características, atitudes e práticas frequentes entre 63 docentes da disciplina responsáveis por turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Médio em escolas públicas paulistas. Os professores observados no estudo Boas Práticas Docentes no Ensino da Matemática foram escolhidos entre os que se saíram melhor no Processo de Promoção por Merecimento da rede estadual paulista e que obtiveram médias altas em pelo menos duas edições do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) entre 2008 e 2010. A pesquisa foi coordenada por Nilma Santos Fontanive e Ruben Klein, da Cesgranrio.

Pesquisa - Fundação Victor Civita (FVC)

Vídeo - Nilma Santos Fontanive (Consultora da Fundação Cesgranrio e autora da pesquisa)

EDIÇÃO ESPECIAL - Boas Práticas Docentes no Ensino da Matemática

DOCUMENTOS - Apresentação

Relatório final

Estudos e Pesquisas | Boas Praticas Docentes no Ensino da Matemática
Publicado em 24/04/2013
Síntese da pesquisa Boas Práticas Docentes no Ensino da Matemática, desenvolvida pela área de Estudos e Pesquisas Educacionais da Fundação Victor Civita em parceria com a Fundação Cesgranrio.

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Grandes pensadores

Biografia e pensamento de educadores que fizeram história, da Grécia Antiga aos dias de hoje, organizados por ordem alfabética de sobrenome.
Vida e obra dos principais pesquisadores que influenciaram a evolução do pensamento pedagógico, de Aristóteles a Paulo Freire.
http://revistaescola.abril.com.br/pensadores/


Diversidade e Inclusão – O amor não tem rótulos
O amor não tem gênero.
O amor não tem raça.
O amor não tem deficiência.
O amor não tem idade.
O amor não tem religião.
O amor não tem rótulos!

Diversity & Inclusion – Love Has No Labels
“vídeo original”
https://www.youtube.com/watch?v=PnDgZuGIhHs

Diversidade e Inclusão – O amor não tem rótulos
“vídeo legendado”
https://www.youtube.com/watch?v=U2KLUbtqJ24



























Alfabetização com os Números
(Prof. Ms. Antonio José Lopes Bigode, Ago-2014)
O que uma criança de 6 anos precisa aprender em Matemática?
Algumas orientações baseadas nas diretrizes do Pnaic
Por Antonio José Lopes Bigode*

O ano de 2014 vai ficar marcado na comunidade de educadores de todo o País como o ano de lançamento do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, o Pnaic, um programa federal de alfabetização matemática. Muitos podem estar se perguntando o que alfabetização tem a ver com matemática. Essa questão vem sendo discutida pela comunidade de educadores matemáticos há pelo menos três décadas e é consensual entre especialistas que a matemática seja importante instrumento de leitura e intervenção no mundo em que vivemos. Na sociedade atual, ler e escrever com compreensão inclui ler o mundo com lentes matemáticas.

O foco do Pnaic-Matemática é a aprendizagem significativa e o ensino por meio de atividades e situações-problema, sua concepção e desenho levou em conta o que sabemos sobre processos de aprendizagem, metodologias e experiências didáticas. O material do Pnaic aborda vários temas fundamentais: organização do trabalho pedagógico; quantificação, registros e agrupamentos; construção do sistema de numeração decimal; operações na resolução de problemas; geometria; grandezas e medidas; educação estatística; saberes matemáticos e outros campos do saber. Esse último tratando das relações da disciplina com a realidade e as conexões matemáticas que é uma tendência mundial do ensino da matemática. Seu ponto de partida é o que as crianças de 6 anos podem e devem aprender nas séries iniciais e o que elas já sabem e podem aprender da matéria nessa idade.

Alguém tem dúvida de que as crianças já tiveram alguma experiência matemática antes de entrar na escola? Certamente, já tiveram inúmeras experiências matemáticas, quantificando ou observando as formas de suas coisas, nas brincadeiras de que participa, nas suas rotinas, antes mesmo que um professor ou professora as ensinasse. E que experiências são essas e por que é importante sabê-las?

É quase consensual entre os educadores a importância de considerar os conhecimentos prévios das crianças e utilizá-los para que elas organizem e aprofundem o que sabem, mesmo que de modo informal, para adquirir novos conhecimentos. Há vários estudos que descrevem situações e atividades em que as crianças mostram-se capazes de aprender sozinhas ou na interação com outras crianças, sob a orientação de um adulto, a professora, a avó ou a tia.

Crianças são observadoras e fazem relações, de natureza lógica, mesmo quando estão distraídas ou entretidas com suas coisas. Maria Antònia Canals, renomada educadora de Barcelona, descreve muitas histórias curiosas sobre crianças fazendo e descobrindo matemática. Em uma delas, um pai e sua filha estão brincando com uma bola na sala de casa, com a janela aberta por onde entrava a luz do sol, de repente a criança fica parada olhando fixamente para a bola e o pai pergunta “o que está olhando? O que tem a bola?” A menina aponta para a bola e sua sombra e diz “olhe, papai, a bola fez um ovo”, o pai como um educador intuitivo, não perdeu a oportunidade de “brincar” com a filha sobre o formato de outras sombras, fazendo-a experimentar posições de objetos da casa, cuja sombra aumentava ou diminuía.

Em outro episódio, duas crianças de 5 e 6 anos ganharam dois saquinhos com animais de fazenda e cerquinhas. Cada criança ganhou um conjunto, e chegando em casa elas juntaram todos os animais e passaram a brincar fazendo cercados com bichos do mesmo tipo: “Um cercado para as galinhas”, “um para as vaquinhas” e “um para os porquinhos”. Ainda havia animais para serem cercados, mas só restavam duas cerquinhas, que o filho mais velho entregou ao pai... “Tó, não dá para fazer cerca”. Naquele momento, embora ele nunca tivesse aprendido o significado de polígono, intuitivamente pensou algo muito próximo da definição formal, como a ideia de que para que uma figura fechada e limitada por segmentos de reta seja um polígono, deve ter no mínimo três lados.

As crianças aprendem coisas desse modo, observando, explorando e enfrentando situações-problema, mesmo que essas situações não sejam explícitas. Um estudo de viés antropológico feito pelo pesquisador inglês Alan Bishop listou seis tipos de atividades presentes em quaisquer culturas relacionadas às ideias e processos de natureza matemática: contar, localizar, medir, desenhar, jogar e explicar.

As crianças brincam e jogam em situações variadas de suas vidas, muitas brincadeiras envolvem procedimentos de: contagem, medição, orientação, visualização de quantidades etc. Crianças pensam logicamente ante situações do cotidiano. Isso ocorre, por exemplo, quando elas praticam jogos com regras ou quando organizam coisas por atributos: coisas pessoais como roupas e brinquedos e coisas da casa como talheres, pratos e guardanapos. Ao se apropriarem de um modo de organização, mesmo que induzido pelos adultos, elas estão aceitando e incorporando princípios de natureza lógica.

Crianças também gostam de contar, muitas vezes só para dizer que sabem contar. Porém, em muitos casos, elas apenas cantam e não contam. Quando muito pequenas as crianças cantam uma canção que tem a seguinte letra “um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove e dez”, mas isso pode ser apenas uma “cantagem” e não uma contagem. Nas primeiras contagens as crianças estão apenas imitando os adultos, mas em algum momento elas têm de ir além e se apropriar dos princípios da numeração, suas relações e propriedades. E é aí que a escola desempenha papel importante, pois para adquirir o conceito de número além de aprender a contar, devem aprender a seriar, fazer correspondências, classificar, nomear, simbolizar e agrupar. Algumas dessas ações podem aparecer espontaneamente em atividades ou brincadeiras, mas relacionar todas essas ações é algo que a escola deve se preocupar e propiciar às crianças. Quanto às operações, o que pais e professores devem ter atenção é em quais situações do universo da criança faz sentido somar ou subtrair dois números. Certamente um ensino baseado na prescrição de regras para fazer contas, como no tempo de nossos avós, não é adequado e com muita probabilidade, pouco interessante, desafiador e significativo.

No cenário da escola do século XXI, para oferecer às crianças de nosso tempo oportunidades de aprender ideias matemáticas e desenvolverem competências para enfrentar problemas novos e fazerem descobertas por si, vale resgatar as ideias de Hans Freudenthal (1905-1990), criador das bases da Educação Matemática Realística, baseada na resolução de problemas reais, e significativos a partir de experiências cotidianas em lugar de regras de matemática abstratas e divorciadas da realidade vivencial ou cognitiva dos estudantes. Freudenthal sempre advogou que a “matemática é uma atividade humana” e defendeu que a melhor forma de aprender uma atividade é praticá-la, por meio de atividades lúdicas e desafiadoras o que contribui para que os alunos se interessem pela matemática propriamente dita, adquirindo hábitos de pensar matematicamente diante de situações diversas e extraescolares.

O objetivo principal do ensino da matemática é desenvolver o pensamento matemático dos estudantes, para que sejam capazes e estejam aptos a enfrentar e resolver problemas. Porém, muitos acreditam que o pensamento matemático é próprio de apenas alguns indivíduos especiais, “muuuito inteligentes” ou de pessoas que sabem utilizar fórmulas complicadas. Trata-se, é claro, de uma crença perigosa e que pode levar a erros pedagógicos sérios. O raciocínio matemático pode estar em situações simples, em que as crianças se sentem encorajadas a colocar as coisas em relação.

Considere um problema aparentemente muito simples e desprovido de qualquer desafio: Um desenho em que 11 mãos são mostradas atrás de uma cerca cada uma com uma quantidade de dedos levantados. Quantas crianças você acha que estão atrás da cerca? Se você contou as mãos levantadas e disse 11, provavelmente acertou, depende do que estava pensando. Qualquer um poderia responder isto, bastava contar as mãos levantadas. Qual é o desafio? Em um grupo de crianças de 7 anos, uma delas arriscou “Mas e se...?”

– E se uma criança estiver com duas mãos levantadas?

A pergunta realça o pensamento mais flexível ou formatado da criança. A resposta para seu novo problema é dez. Tal interpretação levou a problematizar e formular novas questões: “Mas e se duas crianças estiverem com as mãos levantadas ?”, “e se forem três com as mãos para cima ?”, “Mas e se ... ?”
Eis aí um exemplo de como é possível fazer matemática com as crianças. São contextos como esses que contribuem para que as crianças sejam capazes de formular questões, e concluir que o número mínimo de crianças atrás da cerca é seis, situação extrema em que cinco crianças estão com as duas mãos levantadas e apenas uma está com uma única mão para o alto. É um indicador de que as crianças são capazes de responder e argumentar mesmo sem saber regras formais, como 5 x 2 + 1 = 11.

O presente e o futuro da educação matemática está numa escola mais arejada, dinâmica, problematizadora, em que as crianças são sujeitos, individuozinhos, matematicamente pensantes. O combustível principal são os problemas autênticos e desafiadores, nas situações contextualizadas, realistas e significativas.

*Consultor do MEC e de SEEs, autor de livros didáticos e de metodologia e da série Matemática em Toda Parte, da TV Escola/MEC, Unesco

Publicado na edição 60, de agosto de 2014

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Reportagem do Jornal Hoje sobre a importância da Matemática em todas as áreas.
Assista aos vídeos. Vale a pena conferir!
Edição do dia 19/05/2014
19/05/2014 11h08 - Atualizado em 19/05/2014 14h57
Profissionais que dominam os números são mais valorizados
Matemática é importante para todas as áreas.
Veja algumas dicas da especialista em carreiras.

Quer aprender matemática de um jeito prático?
Khan Academy disponibiliza vídeos e exercícios de graça
A Khan Academy é uma organização educacional sem fins lucrativos criada em 2008 pelo norte-americano Salman Khan. Sua missão é oferecer educação de alto nível para qualquer pessoa em qualquer lugar, por meio de vídeo-aulas e plataforma de exercícios online. Todo conteúdo é aberto e gratuito. A Fundação Lemann – em parceria com o Instituto Natura, Instituto Península, o Ismart e a Fundação Telefônica – trouxe a Khan Academy para o Brasil, traduzindo para os vídeos e levando a ferramenta de exercícios para escolas públicas. Atualmente há mais de 1000 aulas em português – de Matemática, Biologia, Química e Física. A plataforma de exercícios de matemática da Khan Academy está disponível em português e pode ser acessada aqui. Adaptativa ela permite o aprendizado em qualquer ritmo.

KHAN NAS ESCOLAS
Desde 2012, escolas públicas brasileiras usam a plataforma de exercícios similar à disponível na Khan Academy em inglês. Hoje mais de 10 mil alunos de 3º, 4º e 5º anos dos estados de São Paulo, Paraná e Ceará participam do projeto Khan Academy nas Escolas. O objetivo é contribuir para a melhoria do desempenho dos alunos em matemática e experimentar a metodologia em sala de aula, com a formação e a contribuição dos professores. Na ferramenta, cada aluno avança no seu próprio ritmo, assistindo aos vídeos e fazendo os exercícios correspondentes. Já os professores monitoram a aprendizagem de cada estudante em tempo real. Isso permite um planejamento de aulas personalizado, considerando as dificuldades e as demandas individuais. Assim, os professores podem intervir com aqueles que apresentam mais dificuldade ou estimular quem já pode avançar para o próximo assunto. Em 2014, chegaremos a 50 mil alunos, que usarão a plataforma já disponível a todos online.

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A Matemática do Colégio
Livros didáticos para a história de uma disciplina
Livros digitalizados do período de 1937 a 1980
Organizador: Prof. Dr. Wagner Rodrigues Valente
UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo

Apresentação

Índice

Créditos

GHEMAT – Grupo de Pesquisa de História da Educação Matemática
www.unifesp.br/centros/ghemat

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DIA NACIONAL DA MATEMÁTICA - 06 DE MAIO
A ser comemorado, anualmente, em 06 de maio.


#Videoconferências realizadas pela SEE/SP sobre o Dia Nacional da Matemática

Júlio César de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro no dia 6 de Maio de 1895. Passou sua infância na cidade de Queluz (SP). Teve oito irmãos. Seguiu o ensino fundamental e médio nos colégios Militar e Pedro II no Rio de Janeiro. Formou-se como professor pela Escola Normal e depois engenheiro pela Escola Nacional de Engenharia. Lecionou em diversos estabelecimentos como o Colégio Pedro II, a Escola Normal e na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Casou-se com Nair Marques da Costa com quem teve três filhos: Rubens Sergio, Sonia Maria e Ivan Gil. Como Julio César de Mello e Souza, escreveu alguns livros didáticos de matemática e o Dicionário Curioso e Recreativo da Matemática. Criou para si o pseudônimo Malba Tahan, através do qual publicou inúmeras obras entre as quais se destaca “O Homem que Calculava”. Durante muitos anos o público acreditou que Julio Cesar e Malba Tahan fossem duas pessoas diferentes. Julio Cesar faleceu em Recife no dia 18 de Junho de 1974 vítima de um ataque cardíaco.

A intenção é:
Divulgar a Matemática como área de conhecimento; Sua história; Suas aplicações no mundo; Sua ligação com outras áreas de conhecimento; e Derrubar o mito de que aprender Matemática é difícil e privilégio de poucos.

O Dia Nacional da Matemática é comemorado no dia 6 de maio em homenagem ao dia de nascimento de Malba Tahan.

Foi instituído pelo projeto de Lei n. 3.482/2004, de autoria da deputada professora Raquel Teixeira.

O Prof. Júlio César de Melo e Souza que usou o heterônimo: Malba Tahan,

Nasceu em 06 de maio de 1895 no Rio de Janeiro – RJ

Morreu em 18 de junho de 1974 em Recife – PE, aos 79 anos.

Malba Tahan lecionou:
·         Arte de Contar História
·         Folclore
·         História
·         Geografia
·         Física
·         Matemática
·         Didática da Matemática
·         Didática Geral
·         Literatura Infantil

Malba Tahan foi autor e escritor de mais de 100 livros sobre:
·         Didática da Matemática
·         História da Matemática
·         Matemática Recreativa
·         Literatura Infanto-juvenil

Suas histórias têm foco em aventuras misteriosas, com beduínos, xeiques, magos, sultões e princesas.

Dois livros conhecidos de Malba Tahan sobre a Matemática:
·         O Homem que Calculava
·         Matemática Divertida e Curiosa

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DIA ESTADUAL DA MATEMÁTICA - 26 DE MARÇO
Lei nº 14.401, de 12 de abril de 2011
Institui o "Dia Estadual da Matemática".
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:
Artigo 1º - Fica instituído o "Dia Estadual da Matemática",
a ser comemorado, anualmente, em 26 de março.
Artigo 2º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, aos 12 de abril de 2011.
Geraldo Alckmin
Herman Jacobus Cornelis Voorwald
Secretário da Educação
Sidney Estanislau Beraldo
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 12 de abril de 2011.
Publicado em: D.O.E. de 13/04/2011 - Seção I - pág. 01

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História da nossa SEE / História da Educação de SP.
(Acervo Histórico / Acervo Escolar / Memorial)
- Centro de Referência em Educação Mario Covas – CRE
- Centro de Memória e Acervo Histórico – CEMAH

Vale a pena conferir!

A História do Prédio da Sede da SEE

O Acervo Histórico da Escola Caetano de Campos

Antigos Alunos da Escola Caetano de Campos

O CRE Mario Covas

O Memorial da Educação

Veja outros Acervos Escolares

Centro de Memória e Acervo Histórico – CEMAH
no Centro de Referência em Educação Mario Covas – CRE
Exposição física e virtual, e muitas ações do CEMAH e do CRE
No site está indicado como Memorial da Educação





A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo acaba de traçar o perfil dos profissionais que atuam na maior rede de ensino do País

Educação traça perfil inédito e detecta que 'Marias e Josés' são maioria entre professores
Publicado em 15/10/13 às 14:00 hs

Levantamento inédito mostra nomes mais comuns e outros dados sobre educadores do Estado de SP

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo acaba de traçar o perfil dos profissionais que atuam na maior rede de ensino do País. O levantamento é comemorativo ao Dia do Professor, celebrado no dia 15 de outubro. O cruzamento de dados feito pela Secretaria mostra que as "Marias" e os "Josés" são os nomes mais comuns entre os 230 mil docentes da rede.


O levantamento detecta ainda que nos anos iniciais as mulheres são maioria no comando das salas de aula, mas a proporção de homens que ensinam cresceu ao longo dos últimos cinco anos, passando de 22,4% em 2008 para os atuais 26,2%. No geral, o sexo feminino responde por 73,8% entre professores e no recorte entre o 3º e o 5º anos do Ensino Fundamental a parcela delas chega 97% entre os docentes.

Apesar dos homens serem minoria em quase todas as disciplinas, em física eles superam as mulheres na função e chegam a 53% entre os profissionais. Em química, eles também são numerosos, 45,8% do quadro. Já em língua portuguesa as professoras somam 89,1%.
















Sobre a idade, o levantamento mostra que a maioria dos professores (52,2%) nasceu entre 1976 e 1983. Já oito em cada dez professoras (80,9%) têm como ano de nascimento entre 1975 e 1982. O levantamento também aponta o tempo de atuação na rede. Nos anos iniciais, mais da metade dos professores (50,9%) leciona há 20 anos ou mais. Nas outras séries avaliadas foi identificado que 47,2% têm como tempo de docência entre 2 e 10 anos.

Para chegar aos dados, a Secretaria utilizou o questionário aplicado no Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar) a cerca de 60 mil professores e o banco de dados da Coordenadoria de Informação e Monitoramento Educacional (CIMA) da Secretaria, abastecida com informações do departamento de Recursos Humanos da Pasta.

"Os nossos professores são a prioridade da nossa atuação e cada um deles tem importância essencial no aprendizado dos mais de 4 milhões de alunos", afirma o secretário da Educação, professor Herman Voorwald. "As ações da Secretaria são para ampliar ainda mais o número destes profissionais na rede, seja por meio da realização do maior concurso da história que acontece em novembro e selecionará 59 mil docentes, seja pelo programa Residência Educacional, pioneiro no País, que trouxe o universitário para as escolas estaduais, contribuindo com a formação do futuro professor", completa.

Especialização

A formação constante dos profissionais da rede estadual de ensino é um dos pilares desta gestão. O levantamento mostra que cerca de 43% dos profissionais da rede que atuam nos 7º, 9º e 3ª série do Ensino Médio têm alguma especialização, como pós graduação, mestrado e doutorado.

Além disso, por meio da EFAP (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores), foram registrados este ano 105 mil participações de docentes, número 88,6% maior do que os 55 mil registrados em 2010. É na EFAP em que os professores ingressantes na rede passam pela formação inicial. Será nela que os 20 mil convocados no início do ano - após passarem pelo processo seletivo de novembro - vão começar a atuação nas escolas estaduais. As novas Marias, Anas, Josés e Antônios da rede estadual.

Leia outras notícias no Portal da Secretaria da Educação
Publicado em 15/10/13 às 14:00 hs






A SALA DOS BOBOS (Jairo Marques)
Fonte: Folha de São Paulo - 15/01/2014
Excelente artigo para todos os educadores!
(sobre as classes e escolas especiais)






Campanha vai incentivar o gosto pela Matemática
(Fev/2014)

Matemáticos têm o desafio de incentivar o gosto por essa ciência entre os brasileiros. Eles preparam uma ofensiva com o objetivo de despertar o interesse de estudantes para o Congresso Internacional de Matemáticos, evento que ocorre no Brasil em 2018. Será a primeira vez que a América do Sul recebe o encontro, o maior da categoria em todo mundo.

“Temos no Brasil uma situação particular: um país jovem, que faz a maior olimpíada de matemática do mundo e que a população tem pouco acesso ao conhecimento científico”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), Marcelo Viana. Para ele, é preciso incentivar o gosto pela matemática e divulgar a relevância do congresso para o país.

Com antecedência, a SBM e o Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) preparam uma série de atividades e práticas educativas divertidas para incentivar os jovens. A primeira delas será o lançamento de uma campanha para crianças, na sede do Impa no Rio na terça-feira (18).

A ideia é apresentar um programa de aulas com experimentos práticos, que será enviado para escolas de todo o país e anunciar o concurso de logomarca do congresso para estudantes. “Por que o fundo das latinhas de refrigerante é curva? Por que a bola de sabão assume aquela forma? Tudo tem uma matemática, que permite economizar nos custos de produção sem perder no volume”, disse o professor do Impa, Emanuel Carneiro, que participa com a palestra Quinze Motivos para Aprender Matemática! Todo material será disponibilizado na internet.

O edital do concurso também será apresentado nos próximos dias. A expectativa é que, entre os prêmios, o estudante vencedor ganhe passagem e hospedagem para participar do congresso de matemáticos em 2018. O evento ocorre a cada quatro anos e reúne cerca de 10 mil pessoas para entrega de prêmios e palestras. A  próxima edição será em agosto na Coreia do Sul.





Números Primos
Publicado em 21/09/2013
Professora Mara Andréa Alves Pereira
E. E. Dr. Waldemiro Naffah
Diretoria de Ensino de São José do Rio Preto
Letra e melodia: Professora Mara




Professor(a), sim, com muita honra!
(Janeiro/2013)

O presente de uma nação pode se medir pelo IDH ou PIB, mas o futuro se avalia pelo empenho das escolas e pela confiança dos professores.

Luis Carlos de Menezes é físico e educador da Universidade de São Paulo (USP)

Ao fim de mais um ano, acompanho o balanço de realizações, dívidas e dúvidas nos conselhos de escola e de classe em que tenho o privilégio de ser recebido. Faço isso há anos e me chama a atenção, ultimamente, mais que novos resultados ou velhos problemas, um crescente sentido de responsabilidade coletiva. Preocupam-me as difíceis condições de trabalho, mas o sentimento que me domina é de orgulho, em ser parte de algo que é determinante para a construção de nosso país. Resolvi falar do que me anima, nesta edição, para fazer um lembrete: temos uma função social importante a desempenhar, tanto os experientes quanto os que estão começando na carreira - para esses, NOVA ESCOLA lançou o Guia do Professor Iniciante (nas bancas por 10,90 reais).

A despeito de tudo o que ainda falta alcançar, asseguro que estamos no rumo certo quando vejo estudantes tratados como gente, e não como números, e seus problemas de aprendizagem vistos como questões da escola, e não da sociedade ou da família. Posso testemunhar isso, por exemplo, em instituições com mais de mil alunos, em que a coordenadora pedagógica procura a razão de um rapaz antes assíduo e participativo passar a faltar ou para algumas garotas estarem tão mal em duas disciplinas se estão bem nas demais. E, quando observo um experiente professor de Matemática reservar parte das aulas para suprir defasagens de seus alunos ou uma jovem da área de humanas se dispor a um diálogo de aproximação com estudantes que parecem estar na escola a contragosto, percebo que são de fato educadores. Afinal, não repetem o julgamento de que “esses alunos não têm condição de estar aqui...”.

Este foi um ano difícil, com boas escolas sendo palco de tragédias. Mas elas não estão em guerra civil. São espaços de resistência e construção social. Ocorre que para elas confluem todas as questões de seu entorno social e, quando forem notícia policial, recusemos “soluções” como detectores de metais e câmeras por toda parte. Também, quando se discutem salário e condições de trabalho, não aceitemos insinuações que não se pode esperar nada de professores que atuam sob risco e ganham pouco. Meias verdades, tão convincentes quanto maléficas, que nos desmerecem. Más condições devem ser apontadas para serem superadas, e não para desvalorizar a carreira.

Precisamos compreender a crise da Educação em função do seu crescimento, pois se, em poucas décadas trouxemos o povo brasileiro para dentro da escola, agora é preciso saber o que fazer com ele. É disso que resultam muitas questões por resolver. Por isso, novos recursos materiais serão insuficientes sem o envolvimento dos milhões de brasileiras e brasileiros que se dedicam ao Magistério. São eles que acolhem crianças e jovens de todo o país, em suas esperanças e em seus problemas, que, na realidade, são as esperanças e os problemas de toda a nação. Escola não é mera agência de promoção econômica, mas, quando se discute qualificação dos nossos trabalhadores para desenvolver a economia e superar o desemprego estrutural, é de Educação que se está falando. Da mesma forma, não é mera trincheira socioambiental. Quando se analisam questões dessa área, como a degradação urbana, também é de Educação que se está falando.

Por isso tudo, nós somos fundamentais para que o Brasil tenha um futuro que valha a pena. Recebemos em nossas aulas todas as potencialidades e limitações de nossa sociedade e, precisamos admitir, elas demandam nossa potencialidade e igualmente revelam nossas limitações. Devemos pedir apoio e exigir condições para cumprir o que de nós se espera, mas não nos desculpemos pelo que somos e, se questionados, podemos dizer: sou professor(a), sim, com muita honra!



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Paulo Freire, o mentor da educação para a consciência

O mais célebre educador brasileiro, autor da pedagogia do oprimido, defendia como objetivo da escola ensinar o aluno a "ler o mundo" para poder transformá-lo.

Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos. "Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.

Aprendizado conjunto

Freire criticava a ideia de que ensinar é transmitir saber porque para ele a missão do professor era possibilitar a criação ou a produção de conhecimentos. Mas ele não comungava da concepção de que o aluno precisa apenas de que lhe sejam facilitadas as condições para o auto-aprendizado. Freire previa para o professor um papel diretivo e informativo - portanto, ele não pode renunciar a exercer autoridade. Segundo o pensador pernambucano, o profissional de educação deve levar os alunos a conhecer conteúdos, mas não como verdade absoluta. Freire dizia que ninguém ensina nada a ninguém, mas as pessoas também não aprendem sozinhas. "Os homens se educam entre si mediados pelo mundo", escreveu. Isso implica um princípio fundamental para Freire: o de que o aluno, alfabetizado ou não, chega à escola levando uma cultura que não é melhor nem pior do que a do professor. Em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro - e para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas, garantindo a todos a possibilidade de se expressar. "Uma das grandes inovações da pedagogia freireana é considerar que o sujeito da criação cultural não é individual, mas coletivo", diz José Eustáquio Romão, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo.

A valorização da cultura do aluno é a chave para o processo de conscientização preconizado por Paulo Freire e está no âmago de seu método de alfabetização, formulado inicialmente para o ensino de adultos. Basicamente, o método propõe a identificação e catalogação das palavras-chave do vocabulário dos alunos - as chamadas palavras geradoras. Elas devem sugerir situações de vida comuns e significativas para os integrantes da comunidade em que se atua, como por exemplo, "tijolo" para os operários da construção civil.

Diante dos alunos, o professor mostrará lado a lado a palavra e a representação visual do objeto que ela designa. Os mecanismos de linguagem serão estudados depois do desdobramento em sílabas das palavras geradoras. O conjunto das palavras geradoras deve conter as diferentes possibilidades silábicas e permitir o estudo de todas as situações que possam ocorrer durante a leitura e a escrita. "Isso faz com que a pessoa incorpore as estruturas linguísticas do idioma materno", diz Romão. Embora a técnica de silabação seja hoje vista como ultrapassada, o uso de palavras geradoras continua sendo adotado com sucesso em programas de alfabetização em diversos países do mundo.

Seres inacabados

O método Paulo Freire não visa apenas tornar mais rápido e acessível o aprendizado, mas pretende habilitar o aluno a "ler o mundo", na expressão famosa do educador. "Trata-se de aprender a ler a realidade (conhecê-la) para em seguida poder reescrever essa realidade (transformá-la)", dizia Freire. A alfabetização é, para o educador, um modo de os desfavorecidos romperem o que chamou de "cultura do silêncio" e transformar a realidade, "como sujeitos da própria história".

No conjunto do pensamento de Paulo Freire encontra-se a ideia de que tudo está em permanente transformação e interação. Por isso, não há futuro a priori, como ele gostava de repetir no fim da vida, como crítica aos intelectuais de esquerda que consideravam a emancipação das classes desfavorecidas como uma inevitabilidade histórica. Esse ponto de vista implica a concepção do ser humano como "histórico e inacabado" e consequentemente sempre pronto a aprender. No caso particular dos professores, isso se reflete na necessidade de formação rigorosa e permanente. Freire dizia, numa frase famosa, que "o mundo não é, o mundo está sendo".

Três etapas rumo à conscientização

Embora o trabalho de alfabetização de adultos desenvolvido por Paulo Freire tenha passado para a história como um "método", a palavra não é a mais adequada para definir o trabalho do educador, cuja obra se caracteriza mais por uma reflexão sobre o significado da educação. "Toda a obra de Paulo Freire é uma concepção de educação embutida numa concepção de mundo", diz José Eustáquio Romão. Mesmo assim, distinguem-se na teoria do educador pernambucano três momentos claros de aprendizagem. O primeiro é aquele em que o educador se inteira daquilo que o aluno conhece, não apenas para poder avançar no ensino de conteúdos, mas principalmente para trazer a cultura do educando para dentro da sala de aula. O segundo momento é o de exploração das questões relativas aos temas em discussão - o que permite que o aluno construa o caminho do senso comum para uma visão crítica da realidade. Finalmente, volta-se do abstrato para o concreto, na chamada etapa de problematização: o conteúdo em questão apresenta-se "dissecado", o que deve sugerir ações para superar impasses. Para Paulo Freire, esse procedimento serve ao objetivo final do ensino, que é a conscientização do aluno.

Biografia

Paulo Freire nasceu em 1921 em Recife, numa família de classe média. Com o agravamento da crise econômica mundial iniciada em 1929 e a morte de seu pai, quando tinha 13 anos, Freire passou a enfrentar dificuldades econômicas. Formou-se em direito, mas não seguiu carreira, encaminhando a vida profissional para o magistério. Suas ideias pedagógicas se formaram da observação da cultura dos alunos - em particular o uso da linguagem - e do papel elitista da escola. Em 1963, em Angicos (RN), chefiou um programa que alfabetizou 300 pessoas em um mês. No ano seguinte, o golpe militar o surpreendeu em Brasília, onde coordenava o Plano Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire passou 70 dias na prisão antes de se exilar. Em 1968, no Chile, escreveu seu livro mais conhecido, Pedagogia do Oprimido. Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e organizou planos de alfabetização em países africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil, integrando-se à vida universitária. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e, entre 1989 e 1991, foi secretário municipal de Educação de São Paulo. Freire foi casado duas vezes e teve cinco filhos. Foi nomeado doutor honoris causa de 28 universidades em vários países e teve obras traduzidas em mais de 20 idiomas. Morreu em 1997, de enfarte.

Tempos de mobilização e conflito












Aula em Angicos, em 1963: 300 pessoas alfabetizadas pelo método Paulo Freire em um mês. Foto: acervo fotográfico dos arquivos  Paulo Freire do Instituto Paulo Freire

O ambiente político-cultural em que Paulo Freire elaborou suas ideias e começou a experimentá-las na prática foi o mesmo que formou outros intelectuais de primeira linha, como o economista Celso Furtado e o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997). Todos eles despertaram intelectualmente para o Brasil no período iniciado pela revolução de 1930 e terminado com o golpe militar de 1964. A primeira data marca a retirada de cena da oligarquia cafeeira e a segunda, uma reação de força às contradições criadas por conflitos de interesses entre grandes grupos da sociedade. Durante esse intervalo de três décadas ocorreu uma mobilização inédita dos chamados setores populares, com o apoio engajado da maior parte da intelectualidade brasileira. Especialmente importante nesse processo foi a ação de grupos da Igreja Católica, uma inspiração que já marcara Freire desde casa (por influência da mãe). O Plano Nacional de Alfabetização do governo João Goulart, assumido pelo educador, se inseria no projeto populista do presidente e encontrava no Nordeste - onde metade da população de 30 milhões era analfabeta - um cenário de organização social crescente, exemplificado pela atuação das Ligas Camponesas em favor da reforma agrária. No exílio e, depois, de volta ao Brasil, Freire faria uma reflexão crítica sobre o período, tentando incorporá-la a sua teoria pedagógica.

Para pensar

Um conceito a que Paulo Freire deu a máxima importância, e que nem sempre é abordado pelos teóricos, é o de coerência. Para ele, não é possível adotar diretrizes pedagógicas de modo consequente sem que elas orientem a prática, até em seus aspectos mais corriqueiros. "As qualidades e virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para diminuir a distância entre o que dizemos e fazemos", escreveu o educador. "Como, na verdade, posso eu continuar falando no respeito à dignidade do educando se o ironizo, se o discrimino, se o inibo com minha arrogância?" Você, professor, tem a preocupação de agir na escola de acordo com os princípios em que acredita? E costuma analisar as próprias atitudes sob esse ponto de vista?

Quer saber mais?

Convite à Leitura de Paulo Freire, Moacir Gadotti, 176 págs., Ed. Scipione, tel. 0800-161-700, 41,90 reais
Pedagogia da Esperança - Um Reencontro com a Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire, 254 págs., Ed. Paz e Terra, tel.  (11) 3337-8399, 40,50 reais
Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire, 218 págs., Ed. Paz e Terra, 35 reais

Internet

No site, você encontra informações sobre Paulo Freire e escritos de e sobre o educador, além de notícias de eventos e atividades relacionadas a ele.


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Matemática Fuzzy (Lofti Zadeh)
Descubra o que é Matemática Fuzzy
Publicada em: 15/06/2011

A aplicação da Matemática na vida dos profissionais é indiscutível: comerciantes, economistas e administradores usam a Matemática Financeira o tempo todo; engenheiros e arquitetos não sobrevivem sem cálculo de áreas; os publicitários precisam da Estatística para vender melhor seus produtos; e os médicos têm feito da Matemática Fuzzy uma poderosa arma no diagnóstico de doenças.

Essa Matemática, que começou a ser desenvolvida em 1965, por Lofti Zadeh, do Azerbaijão, é uma extensão da teoria dos conjuntos, cuja preocupação é quantificar e classificar os dados como o raciocínio humano faz, lidando com incertezas e informações imprecisas e ambíguas.

O modelo Fuzzy para a Medicina ajuda os médicos a diagnosticarem melhor uma doença. O procedimento é feito da seguinte forma: são elaboradas duas tabelas: uma delas contém o grau de pertinência dos sintomas, e a outra, o grau desses sintomas nos pacientes. Através de uma série de contas que envolvem sistemas de equações dos mais complicados possíveis, o modelo Fuzzy retorna ao médico as prováveis doenças do paciente. Claro que a decisão sempre deve ser do profissional, que deve levar em conta os prontuários e os exames realizados, mas esse sistema permite ao médico escolher com mais facilidade os medicamentos e os exames que o paciente deve fazer, ou seja, a eficiência do tratamento está garantida!

Além da Medicina, a Matemática Fuzzy já foi aplicada em vários setores. Um deles é o controle da poluição do ar. Para tal análise, são levados em conta os meios poluidores e o grau de poluição de cada um. Os cálculos retornam a melhor política a ser implementada, levando em consideração principalmente os custos dos métodos, procurando sempre otimizar a solução.

Outra aplicação dessa Matemática é no sistema de transportes. Nesse caso, o operador entra com os dados, como distâncias e média de veículos que transitam nas ruas. A partir deles, o modelo sugere a melhor rota a ser utilizada e também o meio de locomoção que o cidadão deve utilizar para fazer o trajeto.

Depois dessa, você ainda consegue imaginar algo que não utilize a Matemática? Pense bem antes de ter certeza - ela está em todo lugar!

Antigamente, os matemáticos gregos e romanos utilizavam objetos, como pedras, madeira e nós em cordas, para fazer contagens. A aritmética deles foi desenvolvida com a utilização desses objetos, e, a partir da criação de geométricas, classificavam os números.

Quando um número é apresentado por meio de uma configuração geométrica, ele é chamado de número figurado. Esses números surgiram por volta de 600 a.C. e eram representados através de arranjos de pontos em figuras geométricas, como triângulos, quadrados, pentágonos, hexágonos etc.

Os números triangulares, por exemplo, são aqueles que podem ser representados por pontos arranjados em um triângulo equilátero. Os termos da sequência numérica, por exemplo, 1, 3, 6, 10, 15, 21, 28, 36... são números triangulares.

Da mesma forma, os números quadrados são aqueles que podem ser representados por pontos arranjados em um quadrado. A sequência 1, 4, 9, 16, 25, 36, 49, 64, 81, 100... é uma sequência de quadrados.

Muitas outras configurações foram criadas além dessas duas. Existem configurações para representar os números hexagonais e os pentagonais. Também os números pares e ímpares ganharam sua representação geométrica.


Foi a partir da análise dessas representações que os pitagóricos elaboraram a ideia de que todas as coisas podiam ser explicadas através de relações matemáticas.

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O nosso cérebro é doido !!!
De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa.

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O!
NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO?
POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O!
SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!
P4R4BÉN5!

Você sabe por que o número um é representado por “1”, o número dois é representado por “2” e assim por diante?
Trata-se de ângulos:   O número “1” tem 1 ângulo, o número “2” tem 2 ângulos...
                                       O número “0” não tem ângulo nenhum.

Forma primitiva dos números:



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“A Matemática é tão fascinante, curiosa e inspiradora, que através dela nós desenvolvemos inúmeras habilidades, inclusive artísticas.” (Prof. Vanderley AC)


RELÓGIOS MATEMÁTICOS
Relógios criativos sobre a Matemática
Relógio - Equações
Relógio - Radianos, Ângulos
Relógio - Raiz Quadrada
Relógio - Sistema Binário
Relógio - Três Noves




























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# EDUCAÇÃO - 2017:
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Praça da República, 53 – Centro
01045-903 – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3218-2000
www.educacao.sp.gov.br

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* Presidente do Brasil
Dilma Rousseff (Michel Temer)

* Vice-Presidente do Brasil
Michel Temer Rodrigo Maia

* Ministro da Educação

José Mendonça Bezerra Filho


GOVERNADOR
Geraldo Alckmin

Vice-Governador
Márcio França

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO

Secretário da Educação
José Renato Nalini

Secretário Adjunto
Francisco José Carbonari

Chefe de Gabinete
Wilson Levy Braga da Silva Neto

Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB
Valéria de Souza

Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão da Educação Básica – DEGEB
Regina Aparecida Resek Santiago

Equipe Técnica:

DEGEB: Marcela Mitie de Souza Magari Dias, Roberto Hipólito Junior, Rosângela Robles Affonso, Uiara Maria Pereira de Araujo, Valéria Arcari Muhi, Vanessa de Brito Silva;

CEFAF: Herbert Gomes da Silva, Eleneide Gonçalves dos Santos, Flávia Emanuela de Luca Sobrano, Aidê Magalhães Benfatti, Ana Joaquina Simões Sallares de Mattos Carvalho, Andréia Cristina Barroso Cardoso, Angela Maria Baltieri Souza, Carlos Eduardo Povinha, Carolina dos Santos Batista Murauskas, Dayse Pereira da Silva, Durcilene Maria de Araújo Rodrigues, Edimicio Flaudisio Silva, Edison Luiz Barbosa de Souza, Elaine Aparecida Barbiero, Eleuza Vania Maria Lagos Guazzelli, Elidamares Gonçalves Batista, Emerson Costa, Gisele Nanini Mathias, Helena Claudia Soares Achilles, Inelice Aparecida Fraga Ferreira, Ítalo de Aquino, Jaqueline Moratore, João dos Santos Vitalino, Jucimeire de Souza Bispo, Katia Vitorian Gellers, Luciana Virgílio de Souza, Mara Lúcia David, Maria Aparecida Ceravolo Magnani, Maria Cecilia Travaim Camargo, Maria Elisa Kobs Zacarias, Maria Inês de Fátima Rocha, Maria Silvia Sanchez Bortolozzo, Mirna Léia Violin Brandt, Otávio Yoshio Yamanaka, Paula Ramos Calvoso, Paulo Andrade Cordeiro, Renata Cristina de Andrade Oliveira, Rosângela Aparecida de Paiva, Roseli Gomes de Araújo da Silva, Sandra Maria Fodra, Sérgio Luiz Damiati, Sérgio Roberto Silveira, Tânia Gonçalves, Teônia de Abreu Ferreira, Teresinha Morais da Silva; Thiago Teixeira Sabatine, Vanderley Aparecido Cornatione, Vanessa de Almeida Reis;

CEFAI: Sonia de Gouveia Jorge, Adelaide Fernandes Batista Cipriano, Andréa Fernandes de Freitas, Edimilson de Moraes Ribeiro, Fabiana Cristine Porto dos Santos;

CETEC: Camila Aparecida Carvalho Lopes, Douglas Alves Almeida, Eva Margareth Dantas;

CPRESP: Luciene de Cássia de Santana, Neli Maria Mengalli, Sonia Maria Brancaglion;

CEPQM: Selma Denise Gaspar, Douglas Luiz da Costa, Renata Libardi;

CEJA: Virginia Nunes de Oliveira Mendes, Adriana dos Santos Cunha, Luiz Carlos Tozetto;


CAESP: Cristiano de Almeida Costa, Carolina Bessa Ferreira de Oliveira, Carolina Lourenço Reis Quedas Catelli, Danilo Namo Costa, Edda Ehrmann, Erick Zordan, Fabíola Ferreira do Nascimento, Glenda Aref Salamah de Mello Araújo, Julieth Melo Aquino de Souza, Maria de Fatima Pardo, Rafael Bruno Lopes Salgado, Renato Ubirajara dos Santos Botão, Silvane Aparecida da Silva Queiroz Norte, Tania Regina Martins Resende, Vivian de Almeida.

* Presidente da FDE
João Cury Neto

* Coordenadoria de Gestão da Educação Básica - CGEB
Valéria de Souza

* Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional - CIMA

Cyntia Lemes da Silva Gonçalves da Fonseca

* Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos - CGRH
Carmen Lucia Machado Passarelli

* Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Escolares - CISE

Juliana Ribeiro e Silva de Paula

* Coordenadoria de Orçamento e Finanças - COFI

Claudia Chiaroni Afuso

* Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores - EFAP

Luiz Cândido Rodrigues Maria

Atualizado em fevereiro/2017


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Central de Atendimento da Secretaria de Estado da Educação
http://www.educacao.sp.gov.br/central-de-atendimento/
A Central de Atendimento é um canal direto de comunicação e prestação de informações da Secretaria de Estado da Educação para a população em geral.
Sua função é orientar e esclarecer o público a respeito de assuntos relacionados à área da educação, tais como:
* legislação de ensino;
* estatística educacional;
* endereços e telefones (escolas e órgãos oficiais);
* programas e projetos;
* informações gerais sobre a educação básica;
* encaminhamento e resolução de dúvidas e reclamações.



Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
http://www.imprensaoficial.com.br/

Publicações no Diário Oficial

CONCURSOS PÚBLICOS
Tudo sobre concursos públicos
Vagas – Apostilas – Provas – Testes


Diretorias de Ensino da Capital



Diretorias de Ensino da Grande São Paulo


Diretorias de Ensino do Interior


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CURRÍCULO
Em termos de legislação, segundo o MEC, o currículo é abordado nos artigos 26 e 27 da Lei Federal nº 9394/1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, devidamente atualizados pela Lei nº 12.796/2013, que dispõem, entre outros pontos, que “Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos”. São citados o “estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil”, bem como o ensino de artes, educação física, música, uma língua estrangeira moderna, princípios da proteção e defesa civil, educação ambiental e história e cultura afro-brasileira e indígena. O tema é citado no artigo 210 da Constituição Federal, que determina: “Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais”. Ainda conforme o Ministério, as redes estaduais e municipais dispõem de autonomia para trabalhar a questão curricular, a partir dessas determinações legais, bem como dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e das Diretrizes Curriculares Nacionais – documentos elaborados, bastante abrangentes, mas sem força de lei.  (Revista Educação, Abril/2014)

CURRÍCULO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
O Currículo do Estado de São Paulo está estruturado a partir de cinco princípios fundamentais.
São eles:
1 - O Currículo é Cultura.
2 - O Currículo é referido a competências.
3 - O Currículo tem como prioridade a competência leitora e escritora.
4 - O Currículo articula as competências para aprender.
5 - O Currículo contextualizado no mundo do trabalho.


CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO POR ÁREA DO CONHECIMENTO


I - Linguagens

a) Língua Portuguesa;

b) Língua Materna, para populações indígenas;

c) Língua Estrangeira moderna;

d) Arte, em suas diferentes linguagens: cênicas, plásticas e, obrigatoriamente, a musical;

e) Educação Física.

II - Matemática

a) Matemática.

III - Ciências da Natureza

a) Biologia;

b) Física;

c) Química.

IV - Ciências Humanas

a) História;

b) Geografia;

c) Filosofia;

d) Sociologia.

RESOLUÇÃO SE-52 de 14/08/2013
“Substitui a Resolução SE-70 de 26/10/2010”
Dispõe sobre os perfis, competências e habilidades requeridos dos Profissionais da Educação da rede estadual de ensino, os referenciais bibliográficos e de legislação, que fundamentam e orientam a organização de exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas.

PASSO A PASSO DA RESOLUÇÃO Nº52/SEE

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOTECAS NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA CONSULTA E/OU EMPRÉSTIMO

SERVIÇOS OFERECIDOS AOS CANDIDATOS PELO CRE MARIO COVAS

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Biblioteca da CGEB na Intranet Espaço do Servidor


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SARESP
Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo
http://saresp.fde.sp.gov.br/2015/

SARESP – Matriz de Referência 2009

IDESP
ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

O QUE É O IDESP
O IDESP (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) é um indicador de qualidade das séries iniciais (1ª a 4ª séries) e finais (5ª a 8ª séries) do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Na avaliação de qualidade das escolas feita pelo IDESP consideram-se dois critérios complementares: o desempenho dos alunos nos exames do SARESP e o fluxo escolar. O IDESP tem o papel de dialogar com a escola, fornecendo um diagnóstico de sua qualidade, apontando os pontos em que precisa melhorar e sinalizando sua evolução ano a ano.

O QUE É A META POR ESCOLA
As metas por escola se constituem num instrumento de melhoria da qualidade do ensino nas séries iniciais (1ª a 4ª séries) e finais (5ª a 8ª séries) do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. As metas por escola, estabelecidas a partir de critérios objetivos e transparentes, servem como um guia para que os professores, gestores escolares, pais de alunos e a comunidade acompanhem a evolução das escolas no aprimoramento da qualidade de ensino.

O Ideb de cada escola, cidade ou estado do país
Além de consultar o Ideb, você irá entender como foi gerado este valor e visualizar informações que lhe permitirão realizar sua própria análise. De maneira simples e prática.


Quadro de Conteúdos e Habilidades de Matemática


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DIMENSÕES DE AVALIAÇÃO




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A Matemática e os problemas da vida
Fonte: Mundo Jovem - um jornal de ideias - ano 50 - nº 432 - novembro/2012

“O ensino de Matemática costuma provocar dois pensamentos contraditórios, tanto por parte do professor como por parte do aluno: a constatação de que se trata de uma área de conhecimento importante e, ao mesmo tempo, a insatisfação diante dos resultados negativos, com muita frequência, em relação à sua aprendizagem.” (Gonçalo Coelho de Alencar)
A Matemática desempenha papel decisivo, pois permite resolver problemas da vida cotidiana. Ela tem muitas aplicações no mundo do trabalho e funciona como instrumento essencial para a construção de conhecimentos em outras áreas curriculares. Do mesmo modo, interfere fortemente na formação de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento e na agilização do raciocínio dedutivo do aluno.
Por outro lado, a insatisfação do aluno revela que há problemas a serem enfrentados, como a necessidade de reverter um ensino centrado em procedimentos mecânicos, desprovidos de significado para o aluno. Há urgência em reformular objetivos, rever conteúdos e buscar metodologias compatíveis com a formação que hoje a sociedade reclama.

Partir da vida
A Matemática tem suas raízes assentadas no solo da vida cotidiana e é fundamental para as conquistas tecnológicas. É usada para executar as operações elementares que a vida diária requer, para desenhar as plantas de edifícios, para calcular a resistência dos materiais que serão empregados em construções, para projetar os circuitos de TV e para lançar no espaço os modernos foguetes.
No dia a dia, filhos de camponeses fazem uma Matemática peculiar, ligada às necessidades reais. Durante o plantio, desenvolvem noções de geometria ao trabalho e dividir canteiros. Fazem estatísticas e cálculos ao contar e separar sementes. Finanças, ao estabelecer preços para produção. Lidam com volume e proporção ao estipular quantidade de adubo. Observam regularidades no crescimento e no formato das plantas. Tudo ao seu modo, com linguagem própria e pouca formalidade.
Na escola, esses jovens costumam levar um choque. A Matemática que lhes é imposta mais parece grego. Trata dos mesmos temas, mas despreza a informação que vem de casa. Tudo em nome do cumprimento de um currículo ultrapassado, abstrato. O resultado não poderia ser outro. O aluno cria aversão à disciplina, não vê utilidade nem importância no que é ensinado e, claro, vai mal.
Se alguém conhece esse fracasso, não se culpe e nem responsabilize o estudante. “O equívoco é do modelo, não das pessoas” afirma o professor Luiz Márcio Imenes, engenheiro civil, mestre em Educação Matemática e autor de livros didáticos. O principal equívoco é gastar 95% do tempo das aulas fazendo continhas. “O ensino deve estar voltado à resolução de problemas”, enfatiza.

Estudar Matemática é importante?
O estudo da Matemática dá ao aluno condições de interpretar situações cotidianas, permitindo que ele se insira no contexto sociocultural e no mercado de trabalho. Também desenvolve sua capacidade de argumentar, fazer conjecturas e propor mudanças. Permite que o aluno, ao trabalhar com a resolução de problemas ligados à sua realidade, desenvolva a criatividade e a crítica, estimulando o espírito da investigação e da pesquisa, tornando-o mais autônomo e ousado.
Mesmo com um conhecimento superficial da Matemática, é possível reconhecer certos traços que a caracterizam: abstração, precisão, rigor lógico, caráter irrefutável de suas conclusões, bem como extenso campo de suas aplicações.
A Matemática faz parte da vida de todas as pessoas, mesmo nas experiências mais simples. Por exemplo, nos cálculos relativos a salários, pagamentos e consumo, e na organização de atividades como agricultura, indústria, comércio, tecnologia. A vitalidade da Matemática deve-se também ao fato de que, apesar de seu caráter abstrato, seus conceitos e resultados têm origem no mundo real e encontram muitas aplicações em outras ciências e em inúmeros aspectos práticos da vida diária.

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... “Hoje, o papel do professor, assume uma importância ainda maior, já que passa a criar e mediar processos de aprendizagem, promovendo situações desafiadoras e investigativas, que despertem nos alunos o interesse e o prazer pelo conhecimento. Os alunos precisam ser expostos a atividades significativas, integradoras e desafiadoras, que gerem interesse, estimulem a curiosidade e possibilitem ricas oportunidades de aprendizagem. É necessário implementar nas salas de aula de matemática um ambiente de pesquisa, participação, construção de conhecimentos, descobertas e reflexão. Para que isso ocorra, precisamos dispor de diferentes recursos, que vão muito além do giz e do livro didático. É cada vez mais difícil pensar em uma escola atual em que as novas tecnologias de informação não estejam presentes. Incorporar diferentes recursos tecnológicos ao cotidiano da escola não pode mais ser considerado como algo para o futuro. Eles precisam ser imediatamente inseridos, de forma efetiva, nos diversos espaços escolares e, em especial, nas salas de aula de matemática.” ... (Profa. Katia Regina Ashton Nunes / Revista Pátio, Ano 4, Nº 13, Jun/Ago 2012, Pág. 25)

A matemática além dos números
Gérard Vergnaud

Ensinar e aprender matemática é sempre um desafio para professores e alunos, principalmente no ensino médio. Essa é a opinião de Gérard Vergnaud, matemático, filósofo e psicólogo francês, diretor emérito de estudos do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), em Paris. Aluno de Jean Piaget, Vergnaud dedicou-se, ao contrário de seu mestre, aos aspectos práticos do ensino — a didática. Sua descoberta mais importante é a chamada teoria dos campos conceituais, que ajuda a entender como as crianças constroem o seu conhecimento. “Não podemos fazer uma teoria da aprendizagem da matemática apenas com o cálculo numérico, por isso é necessário trabalhar com uma boa noção epistemológica da matemática”, insiste Vergnaud, que esteve em Porto Alegre a convite do Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (GEEMPA) e, durante o encontro, concedeu a entrevista a seguir. — Sonia Montaño.

Como foi sua convivência com Jean Piaget?
Tudo começou com um artigo que escrevi sobre a utilização da teoria de Piaget para entender a estética da mímica. Então, ele se interessou por meu trabalho, pois pensava que eu iria aplicar a teoria dele ao teatro e à mímica. Depois, quando fui para a matemática, Piaget ficou um pouco surpreso por essa mudança de direção. Ele me ajudou a entrar para o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), em Paris, e também me convidou para estudar em Genebra durante dois anos. Aprendi muito com ele. Passei o período em que escrevia minha tese com ele em Paris, em 1968, o ano da revolta estudantil, e fui influenciado por muitas de suas ideias. Posteriormente me afastei um pouco dessas ideias, em especial por estar interessado no processo de ensino e aprendizagem da matemática. Piaget não estava muito interessado na aprendizagem escolar. Ele era um generalista do conhecimento, muito importante, é claro; porém, ainda que as suas teorias sejam utilizadas na educação, ele mesmo não trabalhava com as contribuições da prática escolar.

Por que a matemática continua sendo um problema para boa parte dos alunos?
Porque a matemática é objetivamente difícil e porque ela não é muito bem-ensinada, sobretudo no ensino médio. No ensino fundamental, as crianças entendem suficientemente bem, mas no ensino médio há um formalismo matemático com a álgebra, com teoremas geométricos que são muito difíceis. As crianças não conseguem compreender esse “conhecimento puro”, pois é um pouco estranho para elas.

O que os professores precisam saber para ensinar melhor a matemática?
Se os professores não têm visão ampla da aprendizagem da matemática, eles tendem a ser muito rigorosos com as questões formais, com as formulações dos problemas, e isso não ajuda os alunos. É somente uma minoria que gosta mesmo desse saber. É importante chegar a demonstrar que é um conhecimento útil, funcional. É o caso da proporção, por exemplo, que utilizamos durante toda a vida e em todas as profissões.

Como o senhor explica a teoria dos campos conceituas e sua contribuição para a construção do conhecimento das crianças na educação matemática?
A educação matemática tem lugar em certa sociedade, em certa instituição e em certa sala de aula. Essas questões sociais não modificam a natureza do conhecimento matemático por si, mas têm fortes implicações na maneira como os professores encaram o ensino da matemática e a própria matemática. As representações matemáticas dos alunos diferem das de seus professores, assim como as representações entre os professores variam bastante, de acordo com sua visão da matemática e da sociedade. As competências e concepções dos alunos desenvolvem-se ao longo do tempo, através de experiências com um grande número de situações, tanto dentro quanto fora da escola. Em geral, quando defrontados com uma nova situação, eles usam o conhecimento desenvolvido através de experiência em situações anteriores e tentam adaptá-lo a essa nova situação. É preciso gerar provocações pelas quais conduzir os alunos a descobrir novas relações e conceitos novos. A grande ideia de Piaget era o construtivismo, ou seja, que as crianças têm necessidade de tomar decisões cognitivas, de repensar questões que consideram evidentes. É para isso que existe o professor. Portanto, a aquisição do conhecimento ocorre, via de regra, por meio de situações e problemas com os quais o aluno tem alguma familiaridade. O professor intervém como mediador e propõe situações, de modo a desestabilizar um pouco os alunos para ajudá-los. Essa noção de “situação” é uma questão propriamente de didática. Foi sobretudo a didática francesa que desenvolveu essa ideia de situação, em especial Guy Brousseau, muito conhecido também na América Latina.

O conceito de situação seria, portanto, essencial na teoria dos campos conceituais?
Um campo conceitual é um conjunto de situações cujo domínio progressivo exige uma variedade de conceitos, procedimentos e representações simbólicas em estreita conexão. Há problemas de subtração e adição muito simples, mas há outras situações bem mais complicadas, em que os alunos de 10, 12 ou mesmo de 15 anos continuam fracassando. Contudo, não podemos elaborar uma teoria da aprendizagem da matemática apenas com o cálculo numérico, por isso é necessário trabalhar com uma boa noção epistemológica da matemática. A conceituação matemática fundamenta-se em uma série de objetos e relações que não são apenas numéricas. Pensemos, por exemplo, nas situações de proporção, que são muito importantes na matemática: nelas não há somente números, há também relações entre grandezas de mesma natureza e de naturezas diferentes, e tudo isso não é só puramente numérico.

Haveria, então, um profundo sentido social na matemática?
Sim. Piaget tinha certa tendência de reduzir o desenvolvimento das crianças à lógica. E o desenvolvimento, na verdade, não pode ser reduzido à lógica. Há problemas de conceituação específicos. A física ou a geometria, por exemplo, não são redutíveis à lógica. É preciso levar a sério o conteúdo humano, social, do conhecimento em cada disciplina, em cada área, e também em cada profissão.

O senhor conhece boas experiências de aplicação da teoria em escolas na França e no Brasil?
Sim, e também na Argentina, no Chile e na Bolívia. A teoria tem resultados empíricos e passa muito pela observação dos professores e dos alunos: sem isso, ela não se sustenta. É necessário saber observar o que as crianças fazem, como elas se sentem em relação a esse saber. Desenvolvi a ideia de que os jovens têm muito conhecimento matemático, mas não são capazes de explicitá-lo, embora o utilizem em determinadas situações. Chamei a isso de “conceitos em ação” e “teoremas em ação”. Trata-se de uma interpretação do que a criança faz, são os conhecimentos utilizados por ela para lidar com as situações. É a base conceitual implícita ou explícita que está por trás das ações dos alunos ao lidar com as situações propostas.

Como é a relação de alunos e professores do ensino médio com a matemática?
É uma relação difícil. A matemática é a disciplina que, ao mesmo tempo, encanta os alunos que gostam dela e afugenta muitos outros. Além disso, os professores de matemática costumam ser pessoas que amam a matemática e não entendem muito bem por que os alunos não a compreendem. É muito difícil mudar a prática dos professores em sala de aula. Para mudá-la, não se pode dizer ao professor “Você deve fazer desse jeito ou desse outro jeito”. É preciso mudar a representação dos professores sobre a matemática, a representação da psicologia do aluno, da aprendizagem, da atividade na prática e nas situações reais. Isso envolve muito de psicologia.

É preciso gerar provocações pelas quais se possa conduzir os alunos a descobrir novas relações e novos conceitos.

Essa desestabilização gerada por novas situações é mais difícil de propor ao aluno adolescente, que já enfrenta diversos tipos de desestabilizações?
A adolescência é um perío­do bastante difícil. A revolta contra a família, a sociedade e os professores é, por vezes, intensa. Devemos fazer os adolescentes se interessarem pelo conhecimento, pelo saber. Defendo um primeiro princípio: não há respostas para as questões que não fazemos a nós mesmos. Se não se propõem problemas às crianças pelos quais elas se interessem, não há nenhuma razão para aprender. Se a criança não se faz aquela pergunta, a resposta não interessa para ela. O professor deve trabalhar com um problema importante do cotidiano para que o aluno se interesse. Defendo ainda um segundo princípio, que vem de Piaget: conhecimento é adaptação. Se não desestabilizamos a criança, ela não vê razão para se adaptar.

Como isso deve ocorrer na prática?
Não se pode desestabilizar o tempo todo, pois deve haver um equilíbrio entre estabilização e desestabilização. Estabilização porque precisamos ter informações confiáveis, utilizáveis, sem precisar refletir muito. E desestabilização porque precisamos aprender de novo e também nos adaptar à nova situação. Confrontar os alunos com problemas novos é essencial. Esse é um ato de mediação bastante delicado para o professor, ao qual eu tento responder com a teoria dos campos conceituais. O desenvolvimento é continuidade e ruptura, continuidade e descontinuidade. Na matemática, assim como na física, há muita descontinuidade. Contudo, até mesmo na educação física e nos esportes há descontinuidade. E na vida também, é claro.

O professor deve trabalhar com um problema importante do cotidiano para fazer os alunos se interessarem por matemática.

Existe alguma cultura que se dá melhor com a matemática?
Não, esse não é um aspecto cultural. Pesquisas internacionais demonstram que as competências matemáticas dos alunos são muito variáveis. Por exemplo, no ensino médio, eles são melhores na Coreia do Sul, na Rússia, na França, e não nos Estados Unidos. É uma velha tradição de ensino. Na verdade, houve sistemas matemáticos chineses diferentes dos sistemas ocidentais. E houve sistemas matemáticos indianos bastante complexos. Visitei na Índia, por exemplo, observatórios astronômicos do século XVII mais desenvolvidos do que os observatórios ocidentais. Hoje, porém, a preocupação de aprender matemática e a dificuldade de ensiná-la está presente no mundo inteiro. Encontramos alguns estudos nos quais chineses de 11 anos são melhores em matemática que americanos de 14.

A que se deve isso?
Ao fato de que não se insistiu muito sobre certos problemas, sobre certas questões da matemática nos Estados Unidos. Então, há algumas surpresas nesse sentido. Por exemplo, descobriu-se que problemas de proporção não são muito trabalhados ou estudados nesse país. Caso se proponha um teste sobre esse assunto, os adolescentes ficam surpresos, então eles fracassam.

O que o senhor diria a um professor do ensino médio que está começando a lecionar matemática e está um pouco decepcionado por não ser compreendido?
Há muito a fazer no ensino de todas as disciplinas de maneira geral. Eu diria aos professores para que se aproximem de comunidades universitárias de pesquisa e estabeleçam um contato com elas. Não aprendemos sozinhos. As crianças não aprendem sozinhas, mas os adultos também não.

Essas realidades, muitas vezes, funcionam de modo isolado?
É verdade. Deve haver uma aproximação entre esses campos; não se pode aceitar que eles fiquem separados. Porém, essa é uma tarefa difícil. A prática profissional cotidiana e a pesquisa não são iguais. E isso vale não só para os professores, mas também para os médicos, engenheiros, trabalhadores do campo. As obrigações e responsabilidades da prática profissional não são as mesmas da prática de pesquisa. Por outro lado, não é porque esses dois campos são diferentes que não se deve tentar aproximá-los. Ambos terão a ganhar se caminharem juntos.

Créditos da imagem:
Foto: Fredy Vieira/ divulgação

Julho/2012

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Japoneses usam método inovador para fazer conta de multiplicação em segundos (Método criado pelos Maias)
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=BcyU4kS-SDA
Vídeo 3
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=85Vd0NpL32k

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Simetria Matemática

1 x 8 + 1 = 9
12 x 8 + 2 = 98
123 x 8 + 3 = 987
1234 x 8 + 4 = 9876
12345 x 8 + 5 = 98765
123456 x 8 + 6 = 987654
1234567 x 8 + 7 = 9876543
12345678 x 8 + 8 = 98765432
123456789 x 8 + 9 = 987654321

9 x 9 + 7 = 88
98 x 9 + 6 = 888
987 x 9 + 5 = 8888
9876 x 9 + 4 = 88888
98765 x 9 + 3 = 888888
987654 x 9 + 2 = 8888888
9876543 x 9 + 1 = 88888888
98765432 x 9 + 0 = 888888888

1 x 9 + 2 = 11
12 x 9 + 3 = 111
123 x 9 + 4 = 1111
1234 x 9 + 5 = 11111
12345 x 9 + 6 = 111111
123456 x 9 + 7 = 1111111
1234567 x 9 + 8 = 11111111
12345678 x 9 + 9 = 111111111
123456789 x 9 + 10 = 1111111111

1 x 1 = 1
11 x 11 = 121
111 x 111 = 12321
1111 x 1111 = 1234321
11111 x 11111 = 123454321
111111 x 111111 = 12345654321
1111111 x 1111111 = 1234567654321
11111111 x 11111111 = 123456787654321
111111111 x 111111111 = 12345678987654321


1 = 12
1 + 3 = 22
1 + 3 + 5 = 32
1 + 3 + 5 + 7 = 42
1 + 3 + 5 + 7 + 9 = 52
1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 = 62
1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 + 13 = 72
1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 + 13 + 15 = 82
1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 + 13 + 15 + 17 = 92
1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 + 13 + 15 + 17 + 19 = 102

1
1   1
1   2   1
1   3   3   1
1   4   6   4   1
1   5  10  10  5   1
1   6  15  20 15  6   1
1   7  21  35 35  21  7   1

Em todos os idiomas europeus, a palavra NOITE é formada pela letra N + o número 8.

N é o símbolo matemático de infinito e o 8 deitado (∞) também simboliza infinito, ou seja, noite significa, em todas estas línguas, a união do infinito!

Português: noite = n + oito
Inglês: night = n + eight
Alemão: nacht = n + acht
Espanhol: noche = n + ocho
Francês: nuit = n + huit

Italiano: notte = n + otto

GINÁSTICA CEREBRAL

Encontre a letra C
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOCOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Uma vez que já encontraste a letra C

Encontre a letra N
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMNMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM
MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMNM

Uma vez que já encontraste a letra N

encontre o nº 6
999999999999999999999999999999
999999999999999999999999999999
999999999999999999999999999999
999999999999999999999999999999
999999999999999999999999999999
999999999999699999999999999999
999999999999999999999999999999
999999999999999999999999999999
999999999999999999999999999999

Uma vez que encontraste o nº 6

encontre a letra a
åååååååååååååååå
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åååååååååååååååå
åååååååååååååååå
åååååååååååååååå
åååååååååååååååå
åååååååååååååååå
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åååååååååååååååå
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åååååååååååååååå
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Uma vez que já encontraste a letra a

encontre a letra c
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Uma vez que já encontraste a letra c

encontre a letra i
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!!!!!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!!
!!!!!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!!
!!!!!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!!
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Avanços da Humanidade - Você tem se atualizado? (IBM - Dezembro/2009)

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Broca para fazer furo quadrado - Como ela é feita

Broca para fazer furo quadrado – Em funcionamento

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A MATEMÁTICA DO AMOR












HUMOR MATEMÁTICO

















A origem do risquinho no 7
Até os dias de hoje, muita gente, quando escreve o número 7, ainda coloca um pequeno tracinho no número.
Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar, digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado.
Vocês sabem a origem deste costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando à multidão, um por um.
Quando chegou no mandamento sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Um breve silêncio...
E a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!

O que é pior do que um “raio” cair em sua cabeça?
Cair um “diâmetro”.

O que o “m.m.c.” estava fazendo na escada?

Ele estava esperando o “m.d.c.”.

O que é um menino complexo?

É o que tem a mãe real e o pai imaginário.

Jesus disse a seus apóstolos:

- Irmãos, y = ax²+bx+c…
Os apóstolos, confusos, indagam:
- Mas senhor…, o que é isso?
Jesus disse:
- Apenas uma parábola.

Uma vez houve uma festa com todas as funções…

Estavam lá, todos se divertindo, menos o e^x , que estava meio isolado.
Então chegaram para o e^x e perguntaram:
- Por que você não se integra?
E ele respondeu:

- Ah…, dá na mesma…

O Sermão da montanha
(versão para educadores)
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.
Tomando a palavra, disse-lhes:
- Em verdade vos digo:
- Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Felizes os que tem fome e sede de justiça, porque serão saciados.
- Felizes os misericordiosos, porque eles...
Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
Judas Iscariótes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?
Tiago Menor reclamou:
- Não vi nada, com esse grandão na minha frente.
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas por que é que não dá logo a resposta e pronto?!
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula?
- Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica?
- Quais são os objetivos gerais e específicos?
- Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?
Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades interdisciplinares?
- E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais?
- Elaborou os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais?
Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade.
- Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto.
- E vê lá se não vai reprovar alguém!
E, foi nesse momento que Jesus disse:
- Senhor, por que me esquecestes?

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Para divertir um pouco...
Tipos de Alunos e Tipos de Professores

Tipos de Alunos (Parte 1 de 2)

Tipos de Alunos (Parte 2 de 2)

Tipos de Professores (Parte 1 de 2)

Tipos de Professores (Parte 2 de 2)

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DISCALCULIA
Dificuldade de Aprendizagem em Matemática
A discalculia é um distúrbio neurológico que afeta a habilidade com números. É um problema de aprendizado independente, mas pode estar também associado à dislexia. Tal distúrbio faz com que a pessoa se confunda em operações matemáticas, conceitos matemáticos, fórmulas, sequências numéricas, ao realizar contagens, sinais numéricos e até na utilização da matemática no dia-a-dia.
Pode ocorrer como resultado de distúrbios na memória auditiva, quando a pessoa não consegue entender o que é falado e consequentemente não entende o que é proposto a ser feito, distúrbio de leitura quando o problema está ligado à dislexia e distúrbio de escrita quando a pessoa tem dificuldade em escrever o que é pedido (disgrafia).
É muito importante buscar auxílio para descobrir a discalculia ou não no período escolar quando alguns sinais são apresentados, pois alguns alunos que são discalcúlicos são chamados de desatentos e preguiçosos quando possuem problemas quanto à assimilação e compreensão do que é pedido.
Também é de grande importância ressaltar que o distúrbio neurológico que provoca a discalculia não causa deficiências mentais como algumas pessoas questionam. O discalcúlico pode ser auxiliado no seu dia-a-dia por uma calculadora, uma tabuada, um caderno quadriculado, com questões diretas e se ainda tiver muita dificuldade, o professor ou colega de trabalho pode fazer seus questionamentos oralmente para que o problema seja resolvido. O discalcúlico necessita da compreensão de todas as pessoas que convivem próximas a ele, pois encontra grandes dificuldades nas coisas que parecem óbvias.



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OS NÚMEROS
(Raul Seixas)


LINK PARA OUVIR A MÚSICA: Raul Seixas - Os Números

LETRA ORIGINAL (sem plural em algumas palavras...)

Meus amigos essa noite eu tive uma alucinação
Sonhei com um bando de número invadindo o meu sertão
E de tanta coincidência que eu fiz essa canção

- Falar do número um
Falar do número um não é preciso muito estudo,
Só se casa uma vez e foi um Deus que criou tudo,
Uma vida só se vive, só se usa um sobretudo.

- Agora o doze
E só de pensar no doze eu então quase desisto,
São doze meses do ano, doze apóstolos de Cristo,
Doze hora é meio-dia, haja dito e haja visto.

- Agora o sete
Sete dias da semana, sete notas musicais,
Sete cores do arco-íris nas regiões divinais,
E se pintar tanto sete, eu já não aguento mais.

- Dois
E no dois o homem luta entre coisas diferente,
Bem e mal, amor e guerra, preto e branco, bicho e gente
Rico e pobre, claro e escuro, noite e dia, corpo e mente.

- Agora o quatro
E o quatro é importante, quatro ponto cardeal,
Quatro estação do ano, quatro pé tem um animal,
Quatro perna tem a mesa, quatro dia o carnaval.

- Pra encerrar
Eu falei de tanto número, talvez esqueci algum,
Mas as coisas que eu disse não são lá muito comum,
Quem souber que conte outra, ou que fique sem nenhum.

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15 passos para adotar tecnologias em sala de aula

(Luciana Maria Allan)


Para um professor que só foi se relacionar com a internet apenas depois de adulto, as tecnologias digitais, tão familiares para crianças e adolescentes, podem até parecer um universo hostil. Mas, de acordo com Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer para a Cidadania e especialista em tecnologias aplicadas à educação, não há o que temer. Para ajudar a estreitar esses laços entre professor e tecnologia, ela e sua equipe acabam de lançar o livro digital Crescer em Rede – Um guia para promover a formação continuada de professores para adoção de tecnologias digitais no contexto educacional, que está disponível para download gratuitohttp://porvir.org/wp-content/uploads/2013/10/Crescer_em_Rede_PDF.pdf”.

“Com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas de aula, o processo de ensino e aprendizagem vem se tornando, rapidamente, um grande desafio para uma geração de professores que estudou e aprendeu a ensinar em uma era pré-digital”, afirma a especialista. Segundo ela, a intenção do guia é ajudar o professor nesse momento de transformação e compartilhar insumos para que ele seja capaz de promover a chamada educação 3.0.

Com um viés bastante prático, o guia visa ajudar o professor a inserir diferentes recursos de maneira orgânica em seu dia a dia. Dividido em seis capítulos, o livro vai discutir a importância da assimilação significativa da tecnologia pelo professor, vai propor atividades em que ele possa desenvolver novas abordagens do ensino e ter contato com alguns objetos digitais de aprendizagem que podem ser ferramentas úteis nesse processo. Para Allan, mais do que aprender a usar as ferramentas, é importante que o professor possa entender como gerir o conhecimento – já que não é mais o “dono” dele – e a estimular trabalhos colaborativos.

A pedido do Porvir e para dar um gostinho do conteúdo do guia, Allan enumerou 15 passos para que os professores adotem tecnologias digitais como ferramentas pedagógicas na sala de aula.

Confira!

1. Acredite que as tecnologias digitais podem colaborar para promover novas práticas pedagógicas;

2. Entenda como estes recursos podem ser incorporados à rotina escolar;

3. Conheça algumas possibilidades que fazem sentido dentro da sua área de trabalho e se aproprie de algumas ferramentas tecnológicas;

4. Planeje novas estratégias de ensino que tenham o aluno no centro do processo de aprendizado e o professor como mediador da construção do conhecimento;

5. Pense em um ensino mais personalizado e uma avaliação que leve em consideração as necessidades de cada aluno, visto que o conhecimento está disponível e o foco da educação não é mais a transmissão de conteúdo, mas sim o desenvolvimento de competências e habilidades;

6. Incentive os alunos a pesquisar na internet. Oriente-os a pesquisar fazendo uso de palavras-chave e símbolos. Além disso, indique bibliografias e sites úteis para que desenvolvam com qualidade o trabalho;

7. Permita que os alunos comparem informações e discutam sobre os temas pesquisados, sinalizando a confiabilidade da informação;

8. Estimule os alunos a produzir seus próprios textos, em diferentes formatos, a partir das pesquisas realizadas na internet e em outras mídias, bem como a mencionar autores e fontes pesquisadas;

9. Motive os alunos a participar de projetos colaborativos, inclusive com estudantes de outras escolas no Brasil e no exterior;

10. Crie ou estimule seus alunos a criarem um espaço virtual exclusivo para produção de trabalhos colaborativos (uma página no Facebook, um perfil no Twitter, um blog, um disco virtual);

11.  Incentive os alunos a compartilhar seus trabalhos na internet para que qualquer pessoa possa ter acesso, contribuir e fazer críticas;

12.  Valorize o uso de diferentes recursos tecnológicos para produção de trabalhos escolares, como vídeos, fotos, podcasts, blogs, slides, gráficos, banco de dados, ou seja toda e qualquer ferramenta que possa ser utilizada no dia a dia escolar ou futuramente no mercado de trabalho;

13.  Permita diferentes formas de manifestação e expressão no desenvolvimento dos trabalhos, dando espaço à criatividade e pró-atividade;

14.  Engaje os alunos em tarefas desafiadoras, que façam sentido para suas vidas, que proporcionem o trabalho em equipe e administração do tempo;

15.  Propicie a produção de games, estimulando o raciocínio lógico, com o uso de softwares de programação.


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1O DESAFIOS DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL
PARA GARANTIR O DIREITO DE APRENDER DE ADOLESCENTES DE 15 A 17 ANOS
(UNICEF - Brasília, 2014)
10 DESAFIOS DO ENSINO MÉDIO NO BRASIL
Apresenta uma análise do cenário da exclusão escolar de adolescentes de 15 a 17 anos, além de trazer depoimentos de garotos e garotas de diferentes regiões do país.
Em geral, a opinião dos adolescentes não aparece nos estudos acadêmicos, mas é fundamental para a compreensão e para o enfrentamento da exclusão escolar.
A publicação também aborda os principais programas e políticas para o ensino médio.

O ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DOS TEMPOS
1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB): promulgada a lei que define e estabelece as regras de funcionamento do sistema de educação brasileiro com base na Constituição.
1997 – Reforma do Ensino Profissionalizante: separação do ensino médio regular do ensino profissionalizante.
1998 – Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): início do Enem, avaliação não obrigatória criada com o objetivo de aferir as competências e as habilidades desenvolvidas pelos alunos ao longo da educação básica.
2000 – Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: criadas as referências básicas para a formulação de matrizes curriculares.
2004 – Decreto nº 5.154: estabelecimento da educação profissionalizante de nível técnico como uma modalidade integrada, concomitante ou subsequente ao ensino médio regular.
2006 – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb): criado como mecanismo de financiamento de toda a educação básica, em todos os níveis e modalidades. É baseado em fundos compostos de recursos federais, estaduais e municipais e entra em vigor no ano seguinte.
2007 – Programa Brasil Profissionalizado: a intenção do programa é o fortalecimento das redes estaduais de educação profissional e tecnológica, por meio da modernização e da expansão das redes públicas de ensino médio integradas à educação profissional.
2009 – Ampliação da obrigatoriedade de ensino: com a Emenda Constitucional nº 59, o direito à educação é estendido dos 4 aos 17 anos, incluindo a pré-escola e o ensino médio.
2009 – Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI): criado como estratégia do governo federal para induzir a reestruturação dos currículos do ensino médio, ampliar o tempo de permanência na escola e diversificar as práticas pedagógicas.
2009 – Novo Enem: o Enem é reformulado, de modo a viabilizar a sua utilização como mecanismo de seleção das universidades federais e induzir a reestruturação dos currículos de ensino médio.
2011 – Programa Nacional de Aceso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec): visa a ampliação da oferta de educação profissionalizante e tecnológica.
2012 – Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio: marca a reformulação das Diretrizes vigentes desde 1998.
2013 – Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio: começo da iniciativa focada na formação continuada de professores do ensino médio.

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MEGA é um provedor de armazenamento em nuvem. Oferecendo armazenamento e banda larga gratuita ou paga via Internet. Permitimos que você armazene e acesse seus arquivos pelo seu navegador ou por softwares criados especialmente para isso.
E você pode sincronizar com as pastas e arquivos em seu computador

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“Tele in” Discador Inteligente
Identifica a operadora do número de telefone

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Curitiba – Paraná CEP 81310-020
Fone: (41) 2109 8025
WD-40 – Você Sabia?
http://www.vocesabia.net/ciencia/wd-40-curiosidades/

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IDEIAS E DICAS SENSACIONAIS SOBRE QUASE TUDO
https://www.youtube.com/channel/UCobJuNZM0teTrd2YLnDUTzA

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